terça-feira, 30 de agosto de 2005

Já estava prevendo que a semana que se iniciou ia ser um Deus-nos-acuda. Graças a Deus tenho muito a fazer. Hoje foi - acreditem - um dia tranqüilo. De manhã, após as aulas no ensino médio da rede pública, fui ao velório da mãe do amigo Jorge, professor de Matemática na escola E.E. Edda Cardoso de Souza Marcussi, escola da rede pública estadual onde leciono. Chegando lá, eu o vi conversando com uma mulher de baixa estatura, mas nem me dei conta de que era nada mais, nada menos que a prefeita de São Joaquim! E eis que um camarada meio embriagado "pega" a prefeita de jeito" e a entope de reclamações de cunho político e da atual situação da cidade! Impressionante a falta de respeito de muitos para com os momentos de dor dor de nossos semelhantes!
Por falar em dor, eu fiquei impressionado com a lucidez e a tranqüilidade com que o Jorge encarou a situação. Ele é kardecista (talvez seja por isso...) Eu ainda não sei como. De antemão, começo a prever que terei sérios problemas em lidar com perdas familiares...
À tarde comecei a ler um exame de qualificação de mestrado. Putz, que engraçado! Dia desses eu estava preparando minha qualificação e agora serei banca de uma... Meu Deus, o mundo tá girando muito depressa. Pára, que eu quero descer!
As aulas da noite foram boas. Eu me senti muito feliz porque percebi que os alunos entenderam o recado. Afinal, entender que é Postulado de Hammond e o que é retrossíntese não é nada fácil. Mas o melhor de tudo foram as minhas risadas diante de tanta brincadeira dos alunos... Foi muito bom mesmo!
A Renatinha e a Gláucia também visitaram esse blogger e gostaram do que viram. A Renatinha é uma amiga japonesa lá da pós-graduação lá de Ribeirão Preto, uma pessoa que fala muito pouco mas que demonstra, através de seus atos discretíssimos, que é uma pessoa doce e uma amiga muito legal. Ela está pretendendo terminar o Doutorado em fevereiro de 2006. Boa sorte, minha amiga! Você merece!
A Gláucia é uma amiga de graduação. Atualmente ela mora em Ituverava e namora há mais tempo que eu (espero que o pessoal que diga que eu estou enrolando A Débora possam ler isso...) Ela é sobrinha da mulher que foi diretora da E. E. Manoel Gouveia de Lima (a dona Elza Barbosa). Mundo pequeno, né? Abração Gláucia!
Deixo aqui os agradecimentos para aqueles que visitem esse blogger. Achei que ia ser "caso perdido", mas muitos estão me escrevendo e me incentivando a continuar. Hoje, por exemplo, cheguei na escola e estava todo mundo sabendo o que eu tinha feito no final de semana. Que doido!
Mensagem do dia. Ninguém sabe o preço.
Você vê estirar-se o fio condutor da eletricidade, seja na via pública ou no lar, mas não pode avaliar as tensões que suporta em sua intimidade, para que o progresso se implante gerando a claridade, movendo indústrias, salvando vidas. Você contempla a árvore florida ou carregada de frutos, exuberando no pomar. Contudo, dificilmente entenderá que ela deve resistir à ventania, à seca, às pragas e aos pesticidas, até conseguir estar apta para colaborar com a felicidade de quem se alimenta, de quem se veste, mora ou constrói mobiliário. Você observa a ponte resistente e valorosa que encurta distâncias, que facilita percursos e contribui para o progresso. Não compreenderá, talvez, o preço pago pelas toneladas que ela tem que suportar, as tensões mecânicas que precisa resistir para que o progresso se mantenha. Recebe, onde esteja, o fluxo da água potável, que dessedenta e que se torna utilidade para todos. Dificilmente você pensará no percurso longo de sua corrente, vencendo obstáculos, nas impurezas que lhe perturbaram a composição e nos produtos bioquímicos que teve que receber em seu seio, até estar em condições de alimentar a vida com boa qualidade. Você se deslumbra com a montanha altaneira que desafia as alturas, como um espetáculo de pedra imbatível. Não é comum que se analise, porém, tudo quanto ela deverá resistir para manter-se sobranceira como se mostra: os ventos permanentes, como permanentes lixas a consumir-lhe a superfície; os gelos que o inverno produz, fragilizando-lhe a constituição; os movimentos que lhe sacodem as bases, enquanto o planeta se altera; a modificação dos seus minérios em argila e areia, com o passar dos milênios. Deveríamos viver copiando a natureza, dando conta do nosso dever sem mais nada que nos conturbasse a ação. Por mais que ofereçamos alegria e bem-estar a quem for, por maiores os elogios que nos sejam dirigidos ou por mais duros os comentários a nosso respeito, consideremos que só nós mesmos sabemos o que nos custa para ser como somos. Jamais nos exaltemos, então, nem nos sintamos desprezados, pois que, além das nossas aparências, o que legisla é a nossa realidade íntima, que pouca gente consegue ver. Não se exiba. Não cobre reconhecimento. Dê o que possa e como possa como contribuição à vida, rumando de alma tranqüila e entusiasmada para a sonhada felicidade. Se o desalento lhe visita a alma, porque ninguém valoriza os esforços que você tem feito para melhorar-se intimamente... Se pensa em desistir, julgando inúteis as renúncias em favor dos filhos que o Criador confiou aos seus cuidados... Se o desânimo lhe convida a abandonar a luta nobre, a decisão de ter dignidade e viver conforme os ensinamentos cristãos, pare um pouco e medite... É que ninguém, neste mundo, sabe o preço... Mas o Sublime Jardineiro colhe cada fruto produzido nos jardins secretos da sua alma... Ele sabe o preço dos seus esforços, da sua renúncia, da sua abnegação e lhe retribuirá de conformidade com as suas obras. Por tudo isso, confie Nele e não pense jamais em desistir...
Frase do dia. "Não são os anos que envelhecem, mas sim a idéia de ficarmos velhos. Há homens que são jovens aos oitenta anos e outros que são velhos aos quarenta." (Emílio Coué)
Piada do dia. Namoro judeu
Um sujeito queria namorar a filha de um judeu e foi pedir ao pai.
O velho disse:
- Acho que não vai dar certo, porque os judeus têm uma visão muitodiferente da vida. Para provar que não estou com nenhuma discriminação,vou lhe dar uma maçã e amanhã conversamos novamente.
No dia seguinte ele voltou à casa do judeu que lhe perguntou:
- O que você fez com a maçã?
- Fiquei com fome e a comi.
- Tá vendo?Um judeu tiraria a casca da maçã, a colocaria para secar e faria um chá. Dividiria a maçã em quantos pedaços fossem os membros de sua família e daria um pedaço para cada um.Depois pegaria os caroços, venderia alguns e plantaria outros, pois assimteria um lucro e ainda frutos dentro de algum tempo. Bom, vou lhe dar outra chance. Leve este pedaço de lingüiça e volte a falar comigo amanhã! O cara saiu de lá puto e pensando o que poderia fazer para aproveitar bemaquela lingüiça.
No dia seguinte a mesma pergunta:
- Filho, o que você fez com aquela lingüiça?
- Bem, primeiro tirei o cordãozinho e fiz um cadarço para meu tênis. Depois tirei o plástico que protege a lingüiça e o guardei.Dividi a lingüiça em 8 pedaços e dei um pedaço para cada membro da minha família.Depois fiz uma camisinha com o plástico, comi sua filha e aqui está o "leite" para o senhor fazer um cappuccino.

segunda-feira, 29 de agosto de 2005

Sábado, 27 de agosto de 2005. Neste dia a Débora, minha querida namorada (melhor chamá-la de super-heroína!), completou 26 anos de vida. Acordei às 8h20min, mas só o fiz porque havia combinado de encontrá-la às 9h. Não deu outra: cheguei às 9h15min. Como os tais 15min foram caros! Com todo o jeito que lhe é peculiar, ela fez-me enxergar, após 1h30min de conversa muito franca, que o atraso é uma falta de consideração enorme, principalmente quando ocorre no dia do aniversário. Presenteei-a com um óculos de sol que havia lhe prometido desde que, em um abraço apertado, quebrei-lhe o anterior... Comprei também um par de sapatos e passamos o restante do dia juntos. No final das contas, ela reconheceu que foi um ótimo dia, apesar do meu atraso no início. Aprendi a lição: não combino mais horário nenhum para ela não chegar atrasado...
No domingo, fiz uma faxina no meu carro (já era tempo...). Almocei uma costelinha cozida "no capricho" que o papai fez (ele adora cozinhar!) e, de sobremesa, lá estava a minha fruta predileta: melancia! Tomei um banho e fomos então ao Novo Shopping de Ribeirão Preto.
Repartimos uma batata recheada de cheddar parisiente (que delícia!) e depois assistimos ao filme "Procura-se um amor que goste de cachorros" (o título era mais ou menos isso...). É uma comédia romântica muito interessante. Vale a pena, eu recomendo aos que ainda não assistiram.
O balanço do final de semana foi bom, com exceção do resfriado com que eu e ela fomos acometidos por causa do ar condicionado do shopping...
Mensagem do dia. Aos consumidores de drogas Talvez você já tenha dito ou ouvido a infeliz afirmativa: "se eu uso drogas, o problema é meu, e ninguém tem nada a ver com isso. A droga só a mim prejudica" Se você pensa dessa maneira, gostaríamos de lhe convidar a fazer algumas reflexões a respeito, sob outro ponto de vista. Você já deve ter visto, ao vivo, pela TV ou nos jornais, a triste imagem de uma criança de oito anos de idade ou de um adolescente de doze, com uma metralhadora na mão, a serviço dos traficantes de drogas, não é mesmo? São cenas chocantes e deprimentes, você há de convir... No entanto, você jamais deve ter pensado que, usando drogas, está colocando o dinheiro na mão do traficante para que ele compre a arma e a coloque nos ombros dessas crianças. Você já deve ter visto o sórdido espetáculo de uma mãe desesperada, com o coração sangrando e o rosto banhado em pranto, debruçada sobre o cadáver do filho querido que foi morto tentando fazer com que a "mercadoria" chegasse às suas mãos. Você, que é consumidor, talvez não tenha se dado conta, mas é um dos responsáveis pela violência gerada nesse disputado mercado das drogas. Você, que é usuário de drogas, ainda que seja de vez em quando, está contribuindo com a corrupção nutrida no submundo das drogas, e fomentado a disputa sangrenta pelo consumidor, que enche os bolsos dos poderosos do tráfico, dizimando vidas e matando esperanças. Lamentavelmente, a grande maioria desses consumidores não percebe que o mal que causam está longe de ser "um problema seu", como afirmam. Não se dão conta de que seu vício é alimentado com sangue e lágrimas de muitos. Em nome da satisfação de seu egoísmo, o consumidor de drogas deixa um rastro de sangue sem precedentes... E responderá por isso perante as leis divinas, sem dúvidas. Recentemente as mídias noticiaram o assassinato de um jornalista, que foi executado a sangue frio pelos "donos do pedaço" que ele invadira no cumprimento do seu dever de profissional comprometido com a verdade. O povo se manifestou. Houve passeatas, protestos e pedidos de justiça. Muito louvável, não há dúvida. Mas, quantos daqueles que empunharam a bandeira da paz e da justiça não terão contribuído para que aquela execução se realizasse? Quantos executivos que, sentados em suas poltronas de luxo criticam a violência, sem se dar conta de que esta é alimentada pela farta mesada que colocam nas mãos de filhos viciados. Você há de concordar que não haveria esse mercado infame das drogas se não houvesse o consumidor. Quando vemos a cínica expressão de um prisioneiro que comanda o terror de dentro da prisão, temos que admitir que ele age dessa forma porque tem "costas quentes", e está seguro de que nada lhe acontecerá. E você, que é consumidor de drogas, está financiando esse mercado bilionário, alimentando esses tiranos cruéis que enriquecem graças a sua frágil vontade de encarar a vida de frente e de mente lúcida. Mas essas não são as únicas desgraças que um viciado provoca. Há aquelas que acontecem dentro do seu próprio lar. Aquelas capazes de dilacerar um coração de mãe ou de pai, de irmão ou de filho, com atitudes inconseqüentes e egoístas. Se você ainda não havia pensado nessa questão sob esse ponto de vista, pense agora. E, se pensar com sinceridade, perceberá que o vício está longe de ser um problema só seu, que só a você prejudica. Faça um balanço urgente e tome a decisão acertada: boicote as drogas. Empobreça esses abutres que se alimentam das vidas dos dependentes descuidados. Se lhe faltarem as forças, busque ajuda de profissionais especializados e confie seu coração àquele que foi e continua sendo O maior Psicoterapeuta de todos os tempos: Jesus Cristo. Seu atendimento é gratuito, basta buscá-Lo através da oração. Se as drogas ainda não destruíram por completo o seu senso crítico, reflita agora sobre tudo isso e mude o rumo dos seus passos. Temos certeza de que você conseguirá!
Frase do dia. "Pensar para acertar. Calar para resistir. Agir para vencer." (Renato Kehl)
Piada do dia. Suzuki, o Japones sabido!
No primeiro dia de aulas numa escola secundária dos EUA aprofessora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão.
A aula começa e a professora:
-Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão:
- Patrick Henry em 1775 em Filadélfia.
- Muito bem, Suzuki. E quem disse: 'O estado é o povo, e o povonão pode afundar-se'!
Suzuki: - Abraham Lincoln em 1863 em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
- Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
- Vai tomar no cu, japonês de merda!
- Quem foi?, grita a professora.
Suzuki levanta a mão e sem esperar, responde:
- General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembléia Geral da Chrysler.
A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala:
- Acho que vou vomitar.
A professora grita:
- Quem foi?
E Suzuki: - George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, emTókio, em 1991.
Um dos alunos levanta-se e grita:
- Chupa o meu pau!
E a professora irritada:
- Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
Um outro aluno se levanta e grita:
- Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi no Grande Prêmio de Moto no Rio de Janeiro em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor que diz:
- "Que merda é essa, nunca vi uma confusão destas!"
Suzuki:
- Lula para o ministro da casa civil José Dirceu, após asdenúncias do mensalão... Jun/2006, em Brasília.

sábado, 27 de agosto de 2005

Ao contrário de ontem, vivenciei nesta sexta-feira algumas experiências “inéditas”. O que relato hoje neste blogger ocorreu na escola de ensino médio em que trabalho e não em uma universidade pública, onde, acredito, nunca sentiria o que eu senti hoje. No dia de hoje foi promovido, em todas as escolas da rede pública estadual, um tal de “Agita galera”. Foram programadas atividades esportivas (futebol e aeróbica) e dança, privilegiando a participação dos alunos (a isso chamam de “protagonismo juvenil”). Inicialmente, todos os alunos dançaram e se divertiram muito com a ginástica aeróbica. A professora Soninha (de Educação Artística) e eu fomos “escalados” para ficar ao fundo do palco e observar os alunos mais dedicados, para que os mesmos pudessem ser premiados ao final do evento. Obviamente, o sentimento que brotou em ao ver todos aqueles alunos, chacoalhando seus corpos em perfeita sintonia com o ritmo da música, sem qualquer inibição, é meu “conhecido” de longos anos. Ocorreu-me, mais uma vez, quão tímido eu sou... Realmente o fato de não saber dançar sempre me incomodou muito, visto que a impressão de estar sendo ridículo enquanto danço praticamente bloqueia qualquer tentativa de movimento... O sentimento a que me refiro é fruto da relação aluno-professor fora da sala de aula. Confesso que me senti emocionado ao ver o carinho que os alunos têm por mim e a maneira como me tratam. Em um determinado momento, as meninas estavam insistindo que eu fosse dançar forró no palco (mesmo após meus protestos e avisos do inevitável “mico”) e os rapazes me puxando para jogar futebol... Não foi apenas isso: em todos os momentos aparecia algum aluno para conversar comigo quando eu estava sozinho. Em resumo: senti-me amado. Um amor diferente (e olha que amor é o que não me falta nessa vida!) e que, ao que tudo indica, eles sentem em mim também. Caso contrário, as coisas teriam sido muito diferentes. Tive, nessa manhã, a impressão maravilhosa de estar caminhando no rumo certo. Finalmente, após quase um ano lecionando, sentir-me um professor de verdade... À tarde, ares diferentes. Lá estou na universidade a ajudar a Marcele a preparar o seminário. Mal sabia eu que a apresentação dela será na próxima sexta-feira. Isso porque eu lhe disse que gostaria de ver uma prévia da apresentação com um mês de antecedência. Acho que deve ser mal de todo mineiro. Meu Deus... Bom, não resta muito a fazer. É rezar bastante, cruzar os dedos e ter bastante fé que ela não vai “gaguejar” por causa do nervosismo. Afinal, o seminário está “apresentável”. Falta agora ela caprichar e treinar bastante para não permitir que a ansiedade lhe cause problemas.. Este blogger recebeu hoje a visita da Cristiane Grael, amiga de laboratório e colega de pós-graduação. A “Cris Grael” (como todos a chamam) é professora da Universidade Federal de Diamantina. Ela e o Fernando (outro “brother” de pós-graduação) são casados. Tive hoje a notícia que ele foi aprovado em concurso público e agora também é professor da mesma universidade. Parabéns a vocês dois! Desejo-lhes todo o sucesso do mundo! Vocês são pessoas de bom coração e merecedoras desta bênção que, bem sei, era o que vocês mais têm desejado da vida (pelo menos nos últimos anos...) E obrigado pela visita! Ao final deste dia tão feliz, tenho algo muito triste a relatar. Em uma de minhas reflexões, notei que o pessoal da moradia estudantil de Ribeirão Preto praticamente não envia mais e-mails. De fato, NINGUÉM que mora atualmente lá na casa 12 escreveu-me nos últimos 4 meses! Aqueles que têm visitado este blogger não fazem idéia do quanto é doloroso para mim escrever isso, já que enxergava o pessoal da moradia, com quem vivi tantos anos, como verdadeiros irmãos. Há muito tempo tenho evitado admitir que “Os amigos são como amores de verão: existem apenas durante uma estação de nossas vidas e depois caem no esquecimento...”. Contudo, a julgar por este “esquecimento coletivo”, vejo que me este pensamento é uma verdade, por mais dura que pareça ser. Não me esqueço de ninguém mas, novamente, fui esquecido. E todos sabem: a gente não pede pra ninguém ser nosso amigo... Ainda bem que os amigos de verdade (acho que não somam duas mãos...) não nos abandona e não nos esquece jamais. Esses, sim, merecem um lugar no coração. Obrigado, meus verdadeiros amigos!
Túnel do tempo. Esta criança da foto é uma das mais lindas que eu já vi em foto. Digo, com orgulho, que ainda tenho um pouco aqui comigo...
Mensagem do dia. Eficientes físicos Em 2004, após as olimpíadas em Atenas, aconteceram as para-olimpíadas, que reuniu 136 países. As 55 mil pessoas que lotavam o estádio puderam se emocionar com a garra desses atletas muito especiais. O Brasil foi representado por 98 atletas. No desfile, Caco, o nadador brasileiro, que teve paralisia infantil, entrou sentado na cadeira de rodas com a bandeira brasileira na mão e um sorriso no rosto. Outro atleta, mesmo com uma perna mecânica, entrou sambando. A recordista mundial de arremesso de peso, Rosinha, que teve uma perna amputada aos 14 anos após ser atropelada por um caminhão, desfilou feliz. Segundo ela, a alegria estava em poder estar ali, representando o seu país, como uma atleta campeã. O judoca Antônio Tenório esteve lá para tentar a sua terceira medalha de ouro. Aos 13 anos, numa brincadeira com estilingue, um de seus olhos foi atingido por uma mamona. Perdeu a vista. Aos 19 anos ficou completamente cego, após deslocamento de retina do outro olho. E lá estavam também países pobres. Como Ruanda, cujos atletas, ao invés de bengalas, entraram utilizando pedaços de madeira. Uganda foi representada por apenas cinco integrantes. Um deles era uma mulher com dificuldade de locomoção. Ela foi, literalmente, empurrada pelo estádio inteiro, que celebrou cada passo dessa atleta, que já começou os jogos sendo uma vencedora. Também estiveram lá países como Iraque e Afeganistão. Nada de guerra. A paz reinava no coração daquela gente. Os atletas para-olímpicos trouxeram muitas medalhas para o Brasil. Cada vez que a bandeira brasileira era içada e o hino nacional executado era a demonstração de que tudo é possível àquele que crê. Os deficientes físicos nos ensinam o verdadeiro valor que tem a força de vontade. Eles restauram a sua saúde ao afirmarem que nada vai lhes impedir de ver o mundo, mesmo sendo cegos. Eles podem ver a vida de outras formas. Podem contar com alguém que será seus olhos. E os deficientes auditivos podem ouvir o som da vida na canção do amor ao próximo que os trata com carinho. Os deficientes não estão presos a cadeiras de rodas. Estão livres para sonhar que cada dia é uma dádiva, que cada dia vão conquistar algo novo. Eles nunca desistem, porque têm sempre algo novo para ser conquistado, para melhorar e aperfeiçoar em si. Enfim, eles nos mostram que podem ser mais lentos, mas já chegaram na nossa frente, porque estão vencendo a si próprios. A montanha deles é mais alta do que a nossa. A conquista deles pode demorar um pouco mais, mas será a maior das conquistas. Você sabia que o Brasil tem 26 milhões de pessoas portadoras de algum tipo de deficiência? E que, a cada ano, surgem 10 mil novos deficientes? São pessoas que se envolveram em acidentes de carro ou arma de fogo, principalmente. Cada deficiente físico pode ser considerado como uma rocha onde as ondas das dificuldades se chocam e são transformadas em combustível. Tudo em busca de um objetivo maior, que é se superar a cada dia de suas vidas. Aprendamos com eles.
Frase do dia. "Muitas pessoas são educadas o bastante para não falar com a boca cheia, porém não se preocupam em fazê-lo com a cabeça vazia." (Orson Welles)
Piada do dia. Diga-me o que guias, que eu direi...
OPALA: Sinistro: Geralmente quem tem um "Opalão" tem também um trabuco (revólver) no porta-luvas. Nunca arrume encrenca com um cara que está atrás do volante de um Opala. As placas mais comuns destes carros tem origem de Guarulhos.
GOL/VOYAGE/SAVEIRO: Machão: O cara que tem um destes carros se acha... Rebaixa a suspensão, coloca umas rodas que as vezes vale metade do preço do carro e sai na rua pensando que está dirigindo, no mínimo, um Porsche.PASSAT (modelo antigo): Mano: O indivíduo que possui um "passatão" é geralmente um rebelde: Primeiro o cidadão coloca a logomarca da Audi e depois aquele adesivão do Racionais MC's por cima do insulfim G5 e não contente utiliza também: "Vai pensando que é boy..."CHEVETTE: Mano 2: Além das características do caro amigo acima, esse geralmente coloca um escapamento que faz mais barulho que um Lamborghini. OMEGA: Boy a fria: Como o preço destes carros hoje são equivalente ao do Fiat Uno, esses malucos são aqueles que tiram as molas do carro e colocam o banco do motorista quase no porta mala. Além disso, colocam aquele adesivo: "Quem gosta de motorzinho é dentista" - é o preferido dos "caras" da Z.L. SANTANA: Véio: Sem comentários... é carro de tiozinho que fica jogando dominó na praça ou milho para os pombos. UNO: Muquirana: É o popular dos populares. Caras que compram um carro deste porte, geralmente são aqueles que colocam R$ 5,00 de gasolina e querem andar o final de semana todo. Para equipar os possantes chegam a utilizar coisas grotescas como calotas de Mercedes ou derivados.
GOLF/ASTRA: - Dois tipos: Boy (se o modelo for novo) ou Mano 3 (se for o modelo velho) - No primeiro caso, os caras abalam na madrugada e ainda pega todas as minas "gasolina" que preferem mais estar no carro do que com o cara; e no segundo caso, como nos outros descritos acima, o cara se acha e geralmente tem placa de Osasco. Em ambos os casos, o cara juntou tudo que tinha só para possuir um carro desses e de quebra ainda deve um leasing de 100 suaves parcelas.
S10/DAKOTA/RANGER: Inferiores sexualmente: Como diz a lenda: homem que tem caminhonete geralmente possui um membro pequeno. Outra característica importante é que 90 % destes cidadãos gostam de ouvir música country e andam com chapéu de cowboy (às vezes de touro) e calças apertadas com cinto de fivela e camisa xadrez. Também é o veículo preferido de executivos que nunca sequer pisou na terra, mas gosta de uma condução imponente. Na maioria dos casos, é igual ao proprietário do Golf ou do Astra, deve o carro quase inteiro.
206/CLIO/C3: Metrossexuais: Aqueles que possuem esse tipo de veículo geralmente pega a mulherada porque elas gostam mais do carro do que do cara e eles acham que estão abalando. Geralmente são torcedores do São Paulo.
FUSCA / BRASÍLIA / 147 - Gaviões - Não precisa falar mais nada. Quando o Timão ganha um jogo, essa passa a ser a maior frota circulante da cidade. Muitas vezes os turrões amarram uma bandeira do time no teto do carro para não deixar os ferrugens a mostra.
FOX/CROSSFOX/ECOSPORT : UI UI UI: É o carro preferido dos travecos por ser "compacto para quem vê e GIGANTE para quem sente". Percebe-se que a cada ano aumenta a quantidade de boyolas na passeata da Av. Paulista e incrivelmente aumenta junto a venda destes carros.
CELTA: Moderninho: É o típico carro daqueles homens que não tiram o plástico do banco mesmo depois do carro ter virado o velocímetro. Esse veículo também é muito visto sendo guiado por aqueles caras que usam camisetas do Superman ou estilo "Seu Madruga" e cabelo despenteado.
CLASSE A/SCENIC/PICASSO: Enganadores: São seres humanos com pinta de uma coisa, mas na verdade são outra. Tipo do cara que é arquiteto ou designer de interiores e se apresenta como engenheiro de construção civil. KOMBI: Dá-lhe porco: São as preferidas dos palmeirenses por parecer um chiqueirinho. Também é muito utilizado por caras que não ligam a mínima para o veículo. A maioria tem uma chave de fenda como instrumento para deslocar os vidros laterais e são cheias de massa.
CORSA/KA/PALIO/FIESTA/ESCORT: Normalzinho: Esse é o carro do cara que possui pelo menos 10 características distintas (uma de cada grupo acima), mas por não ter personalidade definida, mistura de tudo e quando mulheres, normalmente gordas. Na rua você vê esses carros com aerofólio; luz de neon e todo adesivado; como também vê velhinhos aposentados e por que não as mulheres que por não ter muita noção de trânsito preferem esses carros, afinal não quebram tanto e cada batida não sai por mais de uns trocados.

sexta-feira, 26 de agosto de 2005

Quinta-feira foi um daqueles dias improdutíveis. Meu corpo, todo dolorido, parecia pedir cama. O nariz começou a congestionar, dando sinais de que uma nova gripe está próxima... Para completar, a tendinite atacou-me o braço e não pude dar continuidade aos esquemas para o livro. Tive que comprar um mouse óptico para ver se melhorava. E não é que melhorou mesmo? O problema é acostumar com aquela luz vermelha que fica piscando. Parece até boate... No final da tarde, já bem abatido, tive que tirar um cochilo. Acabei piorando, pois acordei com dores no ombro (devo ter dormido em cima dele...)
À noite, fui com os alunos do ensino médio assistir a uma palestra sobre sexualidade na adolescência, com a Marisa, uma ginecologista aqui da cidade. Espero que sexta-feira seja um dia mais proveitoso, pois ninguém merece um outro dia "emocionante" como esse ...
Túnel do tempo. Todos dizem que eu nasci horrível. Eu devia ser muito peludo, pois minha mãe sentiu muita azia durante a minha gestação. Resultado: eu nasci branquelo, olhos azuis, careca, de costeletas e com a pele escamando... Meu pai brinca e diz que o médico nos sugeriu que me levassem de volta caso eu latisse. Olha que maldade... À medida que fui crescendo fui me tornando cada vez mais bonito. Se vocês duvidam, basta olhar a foto de hoje. O problema é que a fase foi passageira e eu fui ficando "feioso" à medida que fui crescendo. O pior é que eu acho que essa fase é definitiva...
Mensagem do dia. A força do amor
Eram noivos e se preparavam para o casamento, quando o pai da noiva descobriu que o rapaz era dado ao jogo. Decidiu se opor à realização do matrimônio, a pretexto de que o homem que se dá ao vício do jogo, jamais seria um bom marido. Contudo, a jovem obstinada decidiu se casar, assim mesmo. E conseguiu, fazendo valer a sua vontade, vencendo a resistência do pai. Nos primeiros dias de vida conjugal, o rapaz se portou como um marido ideal. Entretanto, com o passar dos dias, sentia crescer em si cada vez mais o desejo de voltar à mesa de jogo.
Certa noite, incapaz de resistir, retornou ao convívio de seus antigos companheiros. Em casa, a jovem tomou um bordado e ficou aguardando. Embora ocupada com o trabalho manual, tinha os olhos presos ao relógio. As horas pareciam passar cada vez mais lentas. Já era alta madrugada, quando o marido chegou. Nem disfarçou a sua irritação, por surpreender a companheira ainda acordada. Logo imaginou que ela o esperava para censurar a sua conduta. Quando ele a interrogou sobre o que fazia àquela hora ela, com ternura e bondade na voz, disse que estava tão envolvida com seu bordado, que nem se dera conta da hora avançada.Sem dar maior importância à ocorrência, ela se foi deitar.
No dia seguinte, quando ele retornou ainda mais tarde da casa de jogos, a encontrou outra vez a esperá-lo. "Outra vez acordada?", perguntou ele quase colérico. "Não quis que fosse se deitar, sem que antes fizesse um lanche. Preparei torradas, chá quentinho. Espero que você goste." E, sem perguntar ao marido onde estivera e o que fizera até aquela hora, a esposa o beijou carinhosamente e se recolheu ao leito.
Na terceira noite, ela o esperou com um bolo delicioso, cuja receita lhe fora ensinada pela vizinha. Antes mesmo que o marido dissesse qualquer coisa, ela se prendeu ao pescoço dele, abraçou-o e pediu que provasse da nova delícia. E assim, todas as madrugadas, a ocorrência se repetiu. O marido começou a se preocupar. Na mesa de jogo, tinha o pensamento menos preso às cartas do que à esposa, que o esperava, pacientemente, como um anjo da paz. Começou a experimentar uma sensação de vergonha, ao mesmo tempo de indiferença e quase repulsa por tudo quanto o rodeava. O que ele tinha em casa era uma mulher que o esperava, toda madrugada, para o abraçar, dar carinho. E ele, ali, naquele lugar? Aos poucos, foi se tornando mais forte aquele incômodo. Finalmente, um dia, de olhar vago e distante, como se tivesse diante de si outro cenário, o rapaz se levantou de repente da mesa de jogo. Como se cedesse a um impulso quase automático, retirou-se, para nunca mais voltar.
Nos dias de hoje, é bem comum os casais optarem por se separar, até por motivos quase ingênuos. Poucas criaturas decidem lutar para harmonizar as diferenças, superar os problemas, em nome do amor, a fim de que a relação matrimonial se solidifique. Contudo, quando o amor se expressa, todo o panorama se modifica. É difícil a alma que resista às expressões do amor. Porque o amor traz a mensagem da plenificação, do bem estar, da alegria. Desta forma, é sempre salutar investir no amor, expressando-o através de gestos, pequenas atenções, gentilezas. O amor é o sentimento por excelência e tem a capacidade de transformar situações e pessoas.
Frase do dia. "O degrau de uma escada não serve simplesmente para que alguém permaneça em cima dele, destina-se a sustentar o pé de um homem pelo tempo suficiente para que ele coloque o outro um pouco mais alto" (Thomas Huxley)
Piada do dia. Sermão de padre iniciante
O novo Padre da paróquia estava tão nervoso no seu primeiro sermão que quase não conseguiu falar. Antes do seu segundo sermão, no domingo seguinte, perguntou ao arcebispo como poderia fazer para relaxar. Este lhe sugeriu que na próxima vez, colocasse umas gotas de vodka na água e que depois de uns goles estaria mais tranquilo. No domingo seguinte aplicou a sugestão e sentiu-se tão bem, que poderia falar alto até no meio de uma tempestade, de tão feliz e descontraído que se encontrava. Depois de regressar à reitoria da Paróquia encontrou uma nota do Arcebispo dizendo-lhe: "Prezado Padre... Seguem algumas observações: - Na próxima vez, coloque gotas de vodka na água e não gotas de água na vodka. - Não coloque limão e açúcar na borda do cálice. - O manto da imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo não deve ser usado como guardanapo. -Existem 10 Mandamentos e não 12. - Existiram 12 Apóstolos e não 10. - Judas não enforcou Jesus; e Tiradentes não tem nada a ver com a história. - A hóstia não é chicletes; portanto evite tentar fazer bolas. - Aquela 'casinha' é o confessionário; não o banheiro. - Evite apoiar-se na imagem de Nossa Senhora, muito menos abraçá-la. - A iniciativa de chamar o público para cantar foi louvável, mas fazer trenzinho e correr pela igreja foi demais... - Água benta é para se benzer e não para refrescar a nuca. - Nunca reze a missa sentado na escada do altar; muito menos com o pé sobre a Bíblia Sagrada. - As hóstias devem ser distribuídas para o povo; jamais usadas como aperitivo para acompanhar o vinho. - Procure usar roupas debaixo da batina. - Evite abanar-se com a batina quando estiver com calor. - Jesus nasceu em Belém, mas isto não significa que ele seja paraense. - Numa missa não se deve fazer perguntas ao público. - Também não se deve pedir ajuda aos universitários. Até porque eles não sabem nada. Pelos 45 minutos de missa que acompanhei, notei essas falhas. Lembro que uma missa leva em torno de uma hora, e não dois tempos de 45 minutos. Quem peca é um PECADOR; não um filho da puta. Quem peca vai para o INFERNO; e não 'pra puta que o pariu'. Espero que tais falhas sejam corrigidas já para o próximo domingo. Atenciosamente, O Arcebispo (Obs: Aquele sentado no canto do altar, ao qual se referiu como "travecão de vestido", era eu, seu 'f.d.p.').

quinta-feira, 25 de agosto de 2005

Está decidido: mudarei o horário de atualização deste blogger. Meu corpo está muito cansado, fruto das horas de sono perdido. Assim sendo, não terei mais como comentar como foi o meu dia inteiro, mas apenas parte dele. A Ivani, coordenadora da escola pública em que leciono (E. E. Edda Cardoso de Souza Marcussi), aqui em São Joaquim da Barra, visitou este blogger e disse que não consegue ver-me como “doutor” (não sei se todos sabem, mas concluí o doutoramento em Química em fevereiro deste ano). Confesso que também não me considero um “doutor” e, pra ser sincero, acho que nunca me considerarei, embora algumas pessoas conheçam o sacrifício que fiz para obter este título. Sou uma pessoa comum (não vou usar o termo “normal” pois sei que alguns irão discordar...). Falo palavrões, conto piadas sujas, dou gargalhadas em alto volume e, embora procure sempre tratar todos com educação, não sou conhecedor de muitas “boas maneiras” nem tampouco praticante das poucas que conheço. Também não me preocupo em utilizar “s” nos finais das palavras, mesmo quando em sala de aula, muito menos fico corrigindo as pessoas que não usam o vocabulário adequado, pois odeio que me corrijam. Para vocês entenderem o que eu quero dizer, um colega de futebol corrigiu-me em uma ocasião quando eu pronunciei “forgo”. Este colega começou a rir e faltou apenas chamar-me de analfabeto!!! Perguntei-lhe então por que a palavra “fôlego” (segundo ele, essa era a pronúncia correta) levava o acento circunflexo. Ele riu novamente e, ao invés de apontar que tratava-se de uma palavra proparoxítona (todas elas são acentuadas), disse que a palavra não levava acento algum... Por outro lado, a banca da defesa de doutoramento, constituída por professores da USP, Unesp e UFSCar, altamente gabaritados, disseram que eu possuo a fala e a escrita acima da média. Isso mostra que, embora eu tenha condições de falar corretamente, eu prefiro ser “eu mesmo” a maior parte do tempo e ser “doutor” apenas quando for “imprescindível”. Também não me importo muito com a qualidade das roupas que visto, mas procuro sempre andar bem limpo e perfumado. É bem verdade que eu gostaria de ter um guarda-roupa um pouco mais farto, mas se existe qualquer outra coisa que preciso fazer, deixo a compra das roupas para segundo plano. Minha amiga Ivani também me pediu para comentar sobre a minha experiência como professor da rede pública. Eis aqui um assunto extremamente delicado de se escrever, principalmente porque eu sei que a diretora da escola (a professora Lâmia, uma das pessoas mais “chiques” que conheço) irá visitar esse blogger... Pois bem. Serei breve mas sincero: ser professor sempre foi meu sonho e acredito que o concretizarei algum dia (ainda não me considero um professor de ensino médio...)
O ambiente do ensino médio da rede pública é muito agradável. Tive a sorte de encontrar pessoas muito boas por lá, desde as secretárias (Juliana, Ângela, Rosa e Regina) à diretora (professora Lâmia) e a vice-diretora (Jacira). O relacionamento com os demais professores também tem sido muito saudável. Além de proporcionar momentos de descontração, os seus relatos têm me ajudado a enxergar que estou no caminho certo. Será que eu chegarei lá algum dia?
Aproveito esse espaço para deixar um abraço para a Ivani, para a Adriana, para a Eliane e para a Marcele. A Adriana e eu fizemos a graduação juntos e, embora troquemos e-mails, nunca mais nos encontramos. A Eliane, uma amiga de pós-graduação, atualmente está nos Estados Unidos fazendo pós-doutorado. A Marcele é aluna de pós-graduação em Franca. Eu sou o (des)orientador dela... Abração a todos e obrigado pela visita! Túnel do tempo. Nas fotos de hoje, eu já havia completado meu primeiro ano de vida. Vejam só como eu já era grande! Na foto colorida é possível ver como minha bochecha rosada. Minha família dizia que eu era “corado” por natureza... Para variar, novamente estava na casa da vovó Maria vovó materna). Gostaria de colocar uma com os avós paternos, mas a vovó Lourdes disse que não tem alguma... Também pudera: com tantos netos... Mensagem do dia. Para o melhor amigo, o melhor pedaço Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer. Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranqüilo, mesmo quando não recebia nada de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco. Não tinham onde passar as noites; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor. Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo. Iniciou a conversa falando do malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram num certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas. Nossa amizade começou com um pedaço de pão disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso. Como vocês se ajudam? Perguntou. Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode. Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta: Serapião, você tem algum desejo de vida? Sim, respondeu ele, tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que tem na lanchonete da esquina. Só isso? Indagou. É, no momento é só isso que eu desejo. Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saiu e comprou um cachorro quente e o entregou ao velho. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o malhado, e comeu o pão com os temperos. O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço. Por que você deu para o malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado. Ele, com a boca cheia, respondeu: “para o melhor amigo, o melhor pedaço.” E continuou comendo, alegre e satisfeito. O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando com seus botões: aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria daquele mendigo. E você, que parte tem reservado para os seus amigos? Frase do dia: "Mesmo que vivas um século, nunca deixes de aprender." Piada do dia. Mentirinha milionária
Um sujeito entra na casa de loterias, para jogar, mas estava em dúvida sobre os números que deveria escolher. Vendo a moça no balcão, pergunta: - Olhe, queria jogar, mas estou com dúvida sobre os números que devo escolher....Pode ajudar-me? - Claro, responde ela. Vamos lá....Por exemplo, diga-me quantas vezes você já viajou? - 4 vezes. - Muito bem! Agora, diga-me quanto filhos tem. - Dois. - Ótimo, quantos livros leu este ano? - 5 livros. - Certo... Quantas vezes fez amor com a sua mulher? - Caramba, isso é uma coisa muito pessoal - diz ele. - Mas, você não quer ganhar na loteria? - 'Tá bem... 2 vezes por semana. - Bom....Agora que já temos confiança um com o outro, diga-me quantas vezes já deu a bunda? - Que é isso?! - brada o homem. Sou muito macho! - OK! Não fique chateado... Então, zero vezes. Assim, já temos todos os números: 4 2 5 2 0. O sujeito faz o jogo e, no dia seguinte, a primeira coisa que ele faz é conferir, no jornal, o número. Vê, com espanto, que o número ganhador é o 4 2 5 2 1 e, cheio de raiva, comenta: - Porra! Por causa de uma mentirinha de merda, não estou milionário!!!

quarta-feira, 24 de agosto de 2005

Acordei às 7h, com a mamãe batendo à porta do quarto pedindo as roupas para lavar. Ainda bem que ela o fez, pois se fosse saciar todo o meu sono eu teria acordado por volta das 10h... É incrível! Não sei como eu consigo ter tanto sono assim... Às vezes eu desejo ter um pouco menos de sono, mas abandono logo a idéia quando penso no número de pessoas que sofrem com os efeitos da insônia. Ao invés de lamentar, eu termino por agradecer a Deus por ter sido tão generoso comigo. Aliás, colocar a cabeça no travesseiro e repousar tranqüilo, sem ter se arrependido de nada, é uma verdadeira bênção com a qual, posso dizer, tive o privilégio de ter sido abençoado. Na parte da manhã, preparei vários esquemas para incluir no livro, mas só fui terminá-los após o almoço. Enviei os arquivos por e-mail para o Betão dar uma olhada, se bem que eu sabia que, com o Paul no laboratório, ele não teria tempo para analisá-los durante o dia. Após estar, de certa forma, aliviado por ter trabalhado bastante (os tendões do braço já estavam todos doloridos devido ao movimento do mouse), fui ao centro da cidade de bicicleta com a intenção de pagar a conta do telefone celular e comprar uma lâmina de barbear. Surgiram, então, dois pequenos problemas: o primeiro deles é que o pneu traseiro da bicicleta estava muito murcho, o que me fez entender que calibrá-lo era a primeira coisa que eu deveria fazer. Coloquei a conta do celular no bolso traseiro da calça e fui, enfim, até o posto para calibrar o bendito pneu. Calibrado os dois pneus (notei, depois, que o da frente também estavam...), dirigi-me à farmácia mais próxima para comprar as lâminas de barbear. Faltava apenas pagar a conta do celular. Quando coloco a mão no bolso... eis o segundo problema: cadê a conta? Eu a havia perdido pelo caminho! Refiz o trajeto inteiro, desde a farmácia até a minha casa, na esperança de reencontrá-la. Bom, pelo menos ninguém pode criticar-me por não ter tentado... Novamente em casa, resolvi fazer uma visita aos meus avós paternos. O estado de saúde de ambos não tem sido dos melhores. Minha avó, já com 77 anos, sofre de uma terrível oscilação na diabetes, sem falar nos problemas cardíacos. Meu avô, um fumante compulsivo de 80 anos, que sofre de efizema pulmonar e problemas de circulação, foi recentemente vítima de uma isquemia no cérebro que o levou ao coma e à UTI . O quadro foi apontado como gravíssimo pelos médicos, a ponto de acharmos que não voltaríamos a vê-lo com vida. Por um milagre, nem seqüelas restaram. Fui então à casa deles, decidido a “entrevistá-los”. Contei a eles sobre este blogger (o diário da minha vida) e disse que eu gostaria de deixar gravada a história deles para que as gerações futuras (inclusive meus filhos) possam conhecer quem foram eles. Não imaginava que eles fossem ficar tão felizes... Na verdade, penso que todos aqueles que têm o privilégio de ter avôs e avós vivos deveriam fazer o mesmo. Além de pessoas idosas, carentes de carinho e atenção, nossos avós também precisam ser vistos como conhecedores de histórias e dados sobre nossos antepassados que acabarão por se perder ou mesmo serem distorcidos quando eles partirem do plano terrestre. É evidente que eu terei muito trabalho para incluir tudo o que eles disseram neste blogger e que isso irá custar-me algumas horas de sono. Por outro lado, sinto que eu poderei continuar dormindo tranqüilamente depois que terminar de incluir essas anotações no blogger. Hoje não houve aulas na universidade, pois estava sendo promovida a Semana da Química, mas tive que comparecer mesmo assim para passar o cartão de ponto. Após fazê-lo, conversei com a Ana Cláudia e fui assistir à palestra de um professor da Universidade Federal de São Carlos. Foi então, no meio da palestra, que me dei conta: cadê o cartão de ponto? Procurei dentro da maleta e, passados alguns minutos, o desespero aumentou: cadê a carteira que (eu achei que) estava na maleta de mão? O cartão de ponto tinha caído na sala dos professores. A carteira... Bem, alguém vai rir se eu disser que a tinha esquecido em casa? Túnel do tempo. As fotos de hoje são do meu primeiro Natal. Já nos primeiros meses de vida eu sentia a benção de ser amado pelos meus avós maternos e pela titia Ângela. Nos anos que se seguiriam, eu passaria esta data tão mágica e especial em companhia deles. Vejam só a minha felicidade diante de tanto presente... Comemorado a chegada de 1977, papai, mamãe e eu voltamos para nossa casa em Quirinópolis, no Sul do Estado de Goiás, cidade em que meu pai era agricultor. Amanhã tem mais história... Aproveito para agradecer aos amigos Michel (graaaaaande Mestrão!) e à querida Lâmia pelas visitas a este blogger. Valeu pela força! Mensagem do dia. Você é o que deseja ser João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade. Ao sair pela manhã, deu um longo beijo em sua amada, fez sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações. Tomou café com a esposa e os filhos e os deixou no colégio. Dirigiu-se a uma das suas empresas. Cumprimentou todos os funcionários com um sorriso. Ele tinha inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos, contatos com fornecedores e clientes. Por isso, a primeira coisa que falou para sua secretária, foi: "calma, vamos fazer uma coisa de cada vez, sem stress." Ao chegar a hora do almoço, foi curtir a família. À tarde, soube que o faturamento do mês superara os objetivos e mandou anunciar a todos os funcionários uma gratificação salarial, no mês seguinte. Conseguiu resolver tudo, apesar da agenda cheia. Graças a sua calma, seu otimismo. Como era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar. Depois, foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação. Enquanto isso, Mário em um bairro pobre de outra capital, como fazia todas as sextas-feiras, foi ao bar jogar e beber. Estava desempregado e naquele dia recusara uma vaga como auxiliar de mecânico, por não gostar do tipo de trabalho. Mário não tinha filhos, nem esposa. A terceira companheira partira, cansada de ser espancada e viver com um inútil. Ele morava de favor, num quarto muito sujo, em um porão. Naquele dia, bebeu, criou confusão, foi expulso do bar e o mecânico que lhe havia oferecido a vaga em sua oficina, o encontrou estirado na calçada. Levou-o para casa e depois de passado o efeito da bebedeira, lhe perguntou por que ele era assim: "sou um desgraçado", falou. "meu pai era assim. Bebia, batia em minha mãe. Eu tinha um irmão gêmeo que, como eu, saiu de casa depois que nossa mãe morreu. Ele se chamava João. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma." Na outra capital, João terminou a palestra e foi entrevistado por um dos alunos: "por favor, diga-nos, o que fez com que o senhor se tornasse um grande empresário e um grande ser humano?" Emocionado, João respondeu: "devo tudo à minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego algum. Quando minha mãe morreu, saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, Mário, que também saiu de casa no mesmo dia. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma." O que aconteceu com você até agora, não é o que vai definir o seu futuro, e sim a maneira como você vai reagir a tudo que lhe aconteceu. Não lamente o seu passado. Construa você mesmo o seu presente e o seu futuro. Aprenda com seus erros e com os erros dos outros. O que aconteceu é o que menos importa. Já passou. O que realmente importa é o que você vai fazer com o que vai acontecer. E esta é uma decisão somente sua. Você decide o seu dia de amanhã. De tristeza ou de felicidade. De coisas positivas ou de amargura, sem esperança. Frase do dia: "Amizade é como dinheiro: mais fácil de conseguir do que de manter." (Samuel Butler) Piada do dia: Recém-casados Conta a historia, que um casal (recém-casado), com apenas 2 semanas de casamento, o marido apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de sair com a galera pra fazer a festa. Assim, ele diz a sua queridinha: - Amorzinho, vou dar uma saidinha mas não demoro... - Onde você vai, meu docinho...? (com expressão de recém-casados) - Ao barzinho, tomar uma geladinha. A mulher bota a mão na cintura e lhe responde: - Quer cervejinha, meu amor ??? - E nesse momento abre a porta da geladeira e lhe mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 paises, alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas, etc. O marido sem saber o que fazer, lhe responde: - Meu docinho de coco... mas no bar... você sabe... o copo gelado.... O marido nem terminou de falar, quando a esposa interrompe a sua conversa e lhe fala: - Quer copo gelado, amor? Nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, branco, branco, que até tremia de frio. O marido responde: - Mas minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gostosos... Já estou voltando, tá - Quer salgadinho, meu amor??? A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes, kibe, coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de galinha, queijo derretido, torresmo... - Mas, minha Pixunguinha... lá no bar... você sabe.... as piadas, os palavrões, tudo aquilo...- Quer palavrões, meu amor ?? ENTÃO VAI TOMAR NO CU, PORQUE DAQUI VOCÊ NÃO SAI NEM FODENDO, SEU FILHO DA PUTA!!!!

terça-feira, 23 de agosto de 2005

6h30min. Foi essa a hora em que acordei sob o barulho irritante e pouco discreto do despertador do celular. Como todos sabem, existe um botão no teclado que, quando apertado, faz com que o despertador volte a tocar minutos mais tarde. É a famosa "soneca". Infelizmente, esse botão tão útil fica perto de um outro que apertei sem querer... É, é aquele mesmo: o que cancela o alarme! Resultado: minha soneca durou até 8h da "tarde"! Dando continuidade ao trabalho de ontem, passei a maior parte do dia desenhando alguns esquemas para o livro. Na parte da tarde, por volta das 15h, recebi um telefonema do Betão. O assunto da conversa foi um artigo científico que está em fase de redação. Ele disse também que o Paul está lá no laboratório auxiliando na instalação do espectrômetro de massas de alta resolução. Para os que não os conhecem, o Betão é um professor de Ribeirão Preto que em muito contribuiu para que eu conseguisse enfrentar os duros anos de pós-graduação. Trata-se de uma pessoa por quem eu aprendi a ter grande admiração e respeito e, em função de todo o apoio e incentivo que dele recebi, acabamos nos tornando grandes amigos. Atualmente mantemos um vínculo de colaboração científica, embora trabalhemos em universidades diferentes (eu na Unifran, ele na USP). Quanto ao Paul, trata-se de um pesquisador da Universidade de Bristol (Inglaterra), de quem me tornei amigo através do Betão. Ambos merecerão um espaço maior nesse blogger, pois acredito que vale a pena contar histórias interessantes sobre os dois. Porém, não se preocupem: deixarei essas histórias para um outro post. Tive que parar o trabalho às 16h30min, ao que fui tomar um banho e, em seguida, jantei. Às terças-feiras tenho que comparecer a uma tal de HTP (hora de trabalho pedagógico). Neste dia e horário, os professores da escola se reúnem para debates em grupo e troca de experiências, para elaborar os "projetos pedagógicos" e definir os planos de ação para atender às exigências da Secretaria da Educação. Traduzindo: o governo paga duas horas-aula (muito bem pagas: R$4,00 cada uma...) para o professor tomar conhecimento das suas idéias e colocá-las em prática para que ele (no caso, o Alckmin...) possa dizer na próxima eleição, sob os holofotes da imprensa, que priorizou a educação... É mole? Quanto às aulas no período noturno, novamente foram um grande aprendizado. Estou aprendendo, por exemplo, o quanto é doloroso ser ignorado por uma pessoa enquanto se está falando. É, também, uma lição de auto-controle: não se pode alterar o nível de voz com os alunos, mesmo quando esse é o seu desejo mais profundo. Portanto, não é demagogia quando digo que sempre aprendo mais do que eles. É, realmente, uma lição de vida. Mas nem tudo é tão simples quanto parece. Às vezes, no momento em que tudo está acontecendo, dá vontade de pegar as coisas e ir embora dali. Às vezes o sangue ferve (o meu, pelo menos, não é de barata!). Confesso que sobrepor a razão sobre o instinto e o sentimento de dever cumprido sobre o "que se dane!" são tarefas muito desgastantes. é por tudo isso que eu encaro minha fase profissional atual como um "estágio" para algo maior. Bom, pelo menos eu espero (e vou lutar para) que seja... Como boas lembranças deste dia guardarei os e-mails sobre este blogger enviados pela Juliana, da Fabiana Purgato, do Michel, do Sakamoto, do Eduardo Covas e do Sandrinho. Os quatro primeiros são amigos que eu conheci em Ribeirão Preto, durante os anos de pós-graduação. A Juliana era aluna do Laboratório de Farmacognosia e atualmente está em Londres estudando Inglês. Abração, Ju, e sucesso! A Fabiana Purgato foi uma das minhas primeiras amizades em Ribeirão. Ela é do Laboratório de Eletrossíntese Orgânica e está prestes a defender o Doutorado. Mesmo no meio da correria, ela arranjou um tempinho e deu uma olhadinha neste blogger. Boa sorte na defesa, Fabi! "Dá neles!" O Michel (grande Mestrão!) foi companheiro de bancada. Atualmente ele está na Universidade de Tucson, no Arizona, fazendo estágio "sanduíche". Valeu, Mestrão! O Sakamoto (o nome dele é Humberto...) é um japonês gente fina que me deu muito apoio na parte experimental, ainda no início do Mestrado. Ele é uma figura! Pra variar, ele disse que o site ficou "boiola". E eu, pra variar, caí na risada, pois ele raramente diz alguma coisa! Valeu, Saka! O Eduardo Covas e o Sandrinho foram colegas de escola e são aqui de São Joaquim mesmo. O Eduardo e eu cursamos a 4a. série do ginásio juntos (isso em 1986!). A gente jogava futebol juntos, mas por problemas táticos (a gente só chutava de bico...) não podíamos vestir o mesmo colete durante os rachas... Atualmente o Eduardo é advogado e com certeza vai me processar por estar tirando o sarro no futebol dele... Valeu, Eduardo! O Sandrinho (Sandro Falcão) é uma figuraça! Jogávamos no time da Baixada (é um clube aqui de São Joaquim). Eu era zagueiro (era só chutão pro mato!) e ele era um ala direita muito habilidoso. Hoje em dia ele está um pouco fora de forma (digamos, um pouco roliço...) Atualmente ele está trabalhando em um grande banco lá em Ribeirão. Abração, Primo! (lembra essa expressão? Você a usava em 1991!) Túnel do tempo. A foto de hoje data de 1976, quando eu tinha apenas 5 meses de vida (e ainda era bonitão...) Eu tenho o orgulho de dizer que, pelo menos em um período da minha vida, eu fui o xodó da mulherada! Quem me tem nos braços nesta foto é a minha querida, amada e idolatrada vovó Maria, a mãe da mamãe, da tia Ângela (que postei na foto de ontem) e minha mãe também (ontem eu não disse que tinha 3 mães? Pois então: a vovó é uma delas). Eu sou o único netinho dela (será que fui muito mimado?). Além de vovó, ela também é minha madrinha de batismo. Como sou feliz por ter uma vovó como ela... Os companheiros de moradia estudantil (principalmente Ricardão, Viviane, Vandeco, Giovani, Val, Luciane, Ana e Márcia) devem agradecer muito a ela , pois era ela quem fazia aquelas bolachinhas de nata deliciosas que eu costumava dividir com vocês à noite... Mensagem do dia: Os primeiros lugares Conta uma brasileira, que foi trabalhar algum tempo na Suécia, que várias vezes fez comparações entre suecos e brasileiros. A forma de resolver problemas, a maneira de conduzir determinadas dificuldades no ambiente de trabalho, etc. Nessas suas observações, concluiu, em um primeiro momento, que os suecos tinham alguns comportamentos muito próprios. Em verdade, ela jamais imaginara que com eles aprenderia uma extraordinária lição. Algo que a faria admirá-los e seguir-lhes o exemplo. No seu primeiro dia de trabalho, um colega da empresa a veio apanhar em casa e eles seguiram, juntos, no carro dele. Ao chegarem, ele entrou no estacionamento, uma área ampla para mais de 200 carros. Como haviam chegado cedo, poucos veículos estavam estacionados, mas o rapaz deixou o seu carro parado logo na entrada do portão. Assim, ela e ele tiveram que caminhar um trecho considerável, até chegar à porta da empresa. No segundo dia, o fato se repetiu. Eles tornaram a chegar cedo e, novamente, o carro foi colocado logo na entrada. Outra vez tiveram que atravessar todo o extenso pátio do estacionamento, até chegarem no escritório. No terceiro dia, um tanto mais confiante, ela não se conteve e perguntou ao colega: "por que é que você deixa o carro tão distante, quando há tantas vagas disponíveis? Por que não escolhe uma vaga mais próxima do acesso ao nosso local de trabalho?" A resposta foi franca e rápida: "o motivo é muito simples. Nós chegamos cedo e temos tempo para andar, sem perigo de nos atrasarmos. Alguns dos nossos colegas chegam quase em cima da hora e se tiverem que andar um trecho longo, correm o risco de se atrasarem. Assim, é bom que encontrem vagas bem mais próximas, ganhando tempo." O gesto pode ser qualificado de companheirismo, coleguismo. Não importa. O que tem verdadeira importância é a consciência de colaboração. Ela recordou que, algumas vezes, em estacionamentos, no Brasil, vira vagas para deficientes sendo utilizadas por pessoas não deficientes. Só por serem mais próximas, ou mais cômodas. Recordou dos bancos reservados a idosos, gestantes em nossos ônibus e utilizados por jovens e crianças, sem preocupação alguma. Lembrou de poltronas de teatros e outros locais de espetáculos tomadas quase de assalto, pelos mais ágeis, em detrimento de pessoas com certas dificuldades de locomoção. Pensou em tantas coisas. Refletiu. Ponderou... E nós? Como agimos em nossas andanças pelas vias do mundo? Somos dos que buscamos sempre os lugares mais privilegiados, sem pensar nos outros? Alguma vez pensamos em nos acomodar nas cadeiras do centro do salão, quando vamos a uma conferência, pensando que os que chegarem em cima da hora, ocuparão as pontas, com maior facilidade? Pensamos, alguma vez, em ceder a nossa vez no caixa do supermercado a uma mãe com criança ou alguém que expresse a sua necessidade de sair com maior rapidez? Pensemos nisso. Mesmo porque, há pouco mais de dois milênios, um Rei que se fez carpinteiro, ensinou sabiamente: "quando fordes convidados a um banquete, não vos assenteis nos primeiros lugares..." O ensino vale para cada dia e situação das nossas vidas. Frase do dia. "Ao ver uma luz no fim do túnel certifique-se que não é o trem" Piada do dia. O casamento do cotoco Certa vez, uma viúva rica e solitária decidiu que precisava de outro homem, então colocou um anúncio no qual podia-se ler: "Viúva rica procura por homem para compartilhar vida e "fortuna." Requisitos necessários: 1 - Não me bater... 2 - Não fugir de mim... 3 - Ser excelente na cama... Por muitos e muitos meses seu telefone tocou incessantemente, sua campaínha não parava um segundo, ela recebeu toneladas de cartas, mas nenhum dos pretendentes se enquadrava nas qualificações. Porém, um dia, a campainha tocou novamente. Ela abriu a porta e quem estava lá??? O COTOCO sem braços nem pernas deitado no tapete da porta. Perplexa, ela perguntou: - Quem é você? E o que você quer? Olá! - ele disse - Sua busca terminou, pois sou o homem dos seus sonhos. Eu não tenho braços, logo não posso te bater. Não tenho pernas, portanto não posso fugir de você. - Bom - ela retrucou - O que o faz pensar que é tão bom na cama? O COTOCO respondeu: - Eu toquei a campainha, não toquei???

segunda-feira, 22 de agosto de 2005

Segunda-feira, 22 de agosto de 2005. Acordei 6h30min. As aulas no ensino médio começaram às 7h. Como sempre, essas aulas são uma aventura e nada é previsível. Confesso que meu humor pela manhã não é dos melhores, mas não tem como não rir das coisas que os alunos dizem. Dá gosto de ver como são alegres e cheios de vida. É uma verdadeira terapia. Tenho que concordar que não há, da parte deles, muito interesse pela aprendizagem, mas aos poucos tenho conseguido alguns avanços. Prender a atenção e ter o respeito deles já é uma enorme conquista. E chegar até o momento do sinal de saída sem ter alterado o meu humor é outro feito memorável (incrível como eles conseguem fazer-me rir e ficar puto em questão de segundos!) À tarde, consegui fazer alguns esquemas para o livro que estou tentando escrever. Não sei quando irei terminá-lo, mas comunico vocês assim que chegar o momento certo. Também fiquei tentando "negociar" minha inscrição para o congresso de espectrometria de massas. A inscrição é uma fortuna (R$550,00), pelo menos quando comparado ao meu saldo bancário (é, a minha conta já "menstruou" esse mês...) Se a universidade não bancar... bom, aí vou ter que deixar a oportunidade de perder uma palestra do John Fenn, o Prêmio Nobel de Química de 2002... À noite as aulas foram um pouco tumultuadas. Nesta semana estão promovendo a Semana da Química e, juro, achei que não fosse encontrar alunos por lá. Enganei-me. O 2o. A e os 3os. A e B estavam lá de plantão, dizendo que estavam à minha espera para assistirem às aulas de Química Orgânica. Eu poderia até sentir-me lisonjeado, não fosse o problema que isso acabou causando. No segundo horário, as aulas seriam no 30. B, mas o pessoal do 30. A também queria assistir... O problema foi que eles não se misturam e, por isso, não quiseram assistir às aulas juntos... Houve alguns momentos de tensão. Alguns, alunos, um pouco mais exaltados, preferiram ir embora. Sério mesmo: eu não sei como agir nesse tipo de situação. O meu negócio é dar aulas. E pronto. No ônibus, voltamos assistindo a um filme chamado de "Jurí" (se não me engano), com Dustin Hoffmann e Gene Hackmann (é, aquele que interpretou o Lex Luthor no filme do Superman em 1978!). Não foi tão ruim como o Edvaldo disse (Edvaldo é o colega responsável por alugar os filmes para assistirmos no busão...). Já vi que o negócio dele é mesmo filme de terror... Túnel do tempo. Tive a idéia de colocar neste espaço uma foto antiga, para que saibam um pouco mais sobre o meu passado. Essa moça da foto é a minha tia Ângela. Posso considerar que ela é minha terceira mãe (tenho também a mamãe e a vovó Maria). Ela é irmã da minha mãe e, por ser solteira e não ter filhos, considera a mim e à minha irmã como seus filhos. Se eu concluí a universidade, eu o fiz graças à ela, que contribuiu durante dois anos e meio com meia mensalidade... Que Deus a abençoe e lhe recompense com bastante saúde. Acreditem: essa criança nos braços dela sou eu! Fala sério: eu era ou não era um bebê lindo? Piada do dia. Essa aqui vai em homenagem ao Michel (fala aí, mestrão!), que visitou este blogger e gostou. Estavam Romeu e Julieta sozinhos numa noite de luar, muito romântica, conversando: - Romeu...Não queres que eu pegue em seu membro com minhas mãos e o acaricie com toda a delicadeza, para você sentir intenso prazer?- De jeito nenhum... Como podes usar estas mãos tão lindas e puras para fazer algo assim? - Meu amor, queres então que eu pegue este seu varonil membro e o coloque entre os meus seios e pernas, para que você sinta um prazer duradouro e maravilhoso? - Jamais! Nunca permitiria que estas partes tão privadas, tão brancas e sem manchas sejam tocadas por uma parte tão impura de meu corpo... -Ah! Amado meu... E se você introduzisse este grande e viril pedaço de carne dentro de minha boca, para que eu possa lhe proporcionar um imenso e louco prazer? - Nunca, jamais! Não posso sequer pensar que meu membro possa tocar nesta boca tão linda e pura, que existe só para dizer palavras de amor e carinho... - Está certo, Romeu. Vamos então pensar em outra coisa qualquer para você tirar seu pau do meu cu, porque já está ardendo pra caralho...! Mensagem do dia. Segue aqui uma das lindas mensagens que a minha amiga Lâmia me envia todos os dias. A Lâmia é secretária do Departamento de Química da USP de Ribeirão Preto, onde eu fiz pós-graduação. A gente conversava bastante e ela sempre me deu (e ainda me dá) muita força. É uma pessoa espiritualmente muito forte. Tenho o privilégio de tê-la conhecido durante os seis anos que lá estive. Obrigado pela sua amizade, Lâmia! Voar como as pipas Vento contra é pra gente voar... Você já viu uma Pipa voar a favor do vento? Claro que não. Frágil que seja, de papel de seda e taquara, nenhuma se dá ao exercício fácil de voar, levada suavemente pelas mãos de alguma corrente. Nunca.Elas metem a cara. Vão em frente. Têm dessa vaidade de abrir mão de brisa e preferir a tempestade. Como se crescer e subir fosse descobrir em cada vento contrário uma oportunidade. Como se viver e brilhar fosse ter a sabedoria de ver uma lição em cada dificuldade. No fundo, no fundo, todo mundo deveria aprender na escola a empinar pipas, pandorgas ou raias. Para entender desde cedo, que Deus só lhes dá um céu imenso porque elas têm condições de o alcançar. Assim como nos dá sonhos, projetos e desejos, quando possuímos os meios de os realizar. De tempos em tempos, voltaríamos às salas de aula das tardes claras só para vê-las, feito bandeiras, salpicando o azul. Assim compreenderíamos, de uma vez por todas, que pipas são como pessoas e empresas bem sucedidas: usam a adversidade para subir às alturas. Frase do dia. "Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder." (Abraham Lincoln)

domingo, 21 de agosto de 2005

Postagem "piloto"


Já é tarde. Eu deveria estar dormindo. Mas não! Cá estou a postar minha primeira mensagem neste blogger. É engraçado, pois nem sei por onde começar. Como costumam dizer, "todo mundo fica nervoso na sua primeira vez..." Falarei, então, sobre este final de semana.
Sábado, 20 de agosto de 2005. Acordei cedo (ninguém merece...). Tinha que terminar de preparar alguns exercícios para fazer uma revisão do conteúdo de Química Orgânica lá na universidade. As aulas começariam por volta das 13h, mas... eis que o coordenador liga aqui em casa e me pede, educadamente, para iniciar as aulas um pouco mais cedo. "Sem problemas, meu patrão!" Engulo um arroz-feijão rapidinho e lá vou eu para Franca! Se deixar, acho que o meu carro vai sozinho, de tão acostumado que deve estar com a estrada. Eu, por exemplo, já sei até onde ficam os buracos. Sei, também, que a uma certa altura do caminho a temperatura do motor do carro começa a subir e eu tenho que desacelerar. Como não posso pisar fundo, tenho sempre que sair mais cedo...
Chegando lá, notei que haviam um número de alunos menor que o esperado. Mesmo assim, a aula não rendeu como eu gostaria. Não é pra menos: o pessoal havia trabalhado a semana inteira (e estudado também!) e ainda foram lá assistir aulas aos sábados... Já passei por isso e sei que não é nada fácil. O cansaço estava estampado no rosto deles! Mas não ruim, não! A aula foi bem leve e demos boas risadas. Foi muito gratificante e posso dizer que valeu a pena. Terminamos por volta das 16h30min.
Caramba! Ainda ia dar tempo de bater uma bolinha com a moçada lá na academia! Cheguei às 17h30min e tive uma recepção bem "informal". "Aí, Tonhão, está trajado de professor hoje?", "Não vai jogar, não? Só veio prestigiar os craques?" Que brincalhão esse último! Só tem perna de pau por lá! E eu fui correndo vestir minha chuteirinha para integrar o time de cabeças-de-bagre. Ainda consegui suar um pouco. Valeu a pena!
À noite, eu e a Débora fomos jantar no Chopão. Claro que, apesar do nome do restaurante, eu só tomei dois sucos de limão (meu preferido!) Comemos um medalhão de frango muito gostoso. Eu recomendo!
Domingo, 21 de agosto de 2005. Acordei por volta das 10h30min. Estava todo quebrado! Fui à banca com a Clara (os que forem ler esse blogger vão se acostumar: ela é minha afilhadinha, filha da minha irmã). Adivinhem o que eu fui fazer? Comprar jornal? Não! Eu, como professor muito "culto", fui comprar uma HQ do "Demolidor - o Homem Sem Medo". A moça da banca (chama-se Giovana) já sabe que eu sou freguês assíduo e já deixa reservado o meu exemplar do mês! Na volta, almocei um arro-feijão-macarrão enquanto assistia ao Smallville. Também sou fá da série e tenho todos os episódios em CD!
À tarde, eu e a Débora levamos a Clara para brincar na gruta de Orlândia. Eu adoro aquele lugar! Sem exageros: é um dos lugares mais belos que conheço (embora acredite que poderia ser mais bem cuidado... ) Nós brincamos no balanço, no escorregador, de pique-esconde, de pega-pega... No final, o melhor: eu e a Clara brincamos de rolar na grama! Vocês não imaginam quão suja ficou a minha camisa (que era branca...) E como eu e a Débora ficamos cansados! Mas não importa: os risos da Clara não tem preço! O engraçado é que todos que nos viram juntos acharam que eu sou pai dela... Sem problemas! Ainda chego lá...
E por falar em afilhada, dêem uma olhada nesta fofura da foto. É a Bianca, minha afilhadinha também! Espero poder brincar com ela em breve. Ah, que saudade eu sinto dela... Ela mora em Uberaba. Acho que irei visitá-la daqui a duas semanas, se Deus quiser!
À noite, eu e a Débora viemos digitar umas notas aqui em casa e, após assistir a uma parte de um filme no computador, caímos no sono! E por falar em sono, acho que está na hora de dormir!
Como diz o Betão: F-O-I. Fui!
Até mais!
P.S.: Por ser o primeiro post, acho que a escrita ficou meio "dura". Prometo que vou postar algo mais leve da próxima vez... Valeu!