quarta-feira, 24 de agosto de 2005

Acordei às 7h, com a mamãe batendo à porta do quarto pedindo as roupas para lavar. Ainda bem que ela o fez, pois se fosse saciar todo o meu sono eu teria acordado por volta das 10h... É incrível! Não sei como eu consigo ter tanto sono assim... Às vezes eu desejo ter um pouco menos de sono, mas abandono logo a idéia quando penso no número de pessoas que sofrem com os efeitos da insônia. Ao invés de lamentar, eu termino por agradecer a Deus por ter sido tão generoso comigo. Aliás, colocar a cabeça no travesseiro e repousar tranqüilo, sem ter se arrependido de nada, é uma verdadeira bênção com a qual, posso dizer, tive o privilégio de ter sido abençoado. Na parte da manhã, preparei vários esquemas para incluir no livro, mas só fui terminá-los após o almoço. Enviei os arquivos por e-mail para o Betão dar uma olhada, se bem que eu sabia que, com o Paul no laboratório, ele não teria tempo para analisá-los durante o dia. Após estar, de certa forma, aliviado por ter trabalhado bastante (os tendões do braço já estavam todos doloridos devido ao movimento do mouse), fui ao centro da cidade de bicicleta com a intenção de pagar a conta do telefone celular e comprar uma lâmina de barbear. Surgiram, então, dois pequenos problemas: o primeiro deles é que o pneu traseiro da bicicleta estava muito murcho, o que me fez entender que calibrá-lo era a primeira coisa que eu deveria fazer. Coloquei a conta do celular no bolso traseiro da calça e fui, enfim, até o posto para calibrar o bendito pneu. Calibrado os dois pneus (notei, depois, que o da frente também estavam...), dirigi-me à farmácia mais próxima para comprar as lâminas de barbear. Faltava apenas pagar a conta do celular. Quando coloco a mão no bolso... eis o segundo problema: cadê a conta? Eu a havia perdido pelo caminho! Refiz o trajeto inteiro, desde a farmácia até a minha casa, na esperança de reencontrá-la. Bom, pelo menos ninguém pode criticar-me por não ter tentado... Novamente em casa, resolvi fazer uma visita aos meus avós paternos. O estado de saúde de ambos não tem sido dos melhores. Minha avó, já com 77 anos, sofre de uma terrível oscilação na diabetes, sem falar nos problemas cardíacos. Meu avô, um fumante compulsivo de 80 anos, que sofre de efizema pulmonar e problemas de circulação, foi recentemente vítima de uma isquemia no cérebro que o levou ao coma e à UTI . O quadro foi apontado como gravíssimo pelos médicos, a ponto de acharmos que não voltaríamos a vê-lo com vida. Por um milagre, nem seqüelas restaram. Fui então à casa deles, decidido a “entrevistá-los”. Contei a eles sobre este blogger (o diário da minha vida) e disse que eu gostaria de deixar gravada a história deles para que as gerações futuras (inclusive meus filhos) possam conhecer quem foram eles. Não imaginava que eles fossem ficar tão felizes... Na verdade, penso que todos aqueles que têm o privilégio de ter avôs e avós vivos deveriam fazer o mesmo. Além de pessoas idosas, carentes de carinho e atenção, nossos avós também precisam ser vistos como conhecedores de histórias e dados sobre nossos antepassados que acabarão por se perder ou mesmo serem distorcidos quando eles partirem do plano terrestre. É evidente que eu terei muito trabalho para incluir tudo o que eles disseram neste blogger e que isso irá custar-me algumas horas de sono. Por outro lado, sinto que eu poderei continuar dormindo tranqüilamente depois que terminar de incluir essas anotações no blogger. Hoje não houve aulas na universidade, pois estava sendo promovida a Semana da Química, mas tive que comparecer mesmo assim para passar o cartão de ponto. Após fazê-lo, conversei com a Ana Cláudia e fui assistir à palestra de um professor da Universidade Federal de São Carlos. Foi então, no meio da palestra, que me dei conta: cadê o cartão de ponto? Procurei dentro da maleta e, passados alguns minutos, o desespero aumentou: cadê a carteira que (eu achei que) estava na maleta de mão? O cartão de ponto tinha caído na sala dos professores. A carteira... Bem, alguém vai rir se eu disser que a tinha esquecido em casa? Túnel do tempo. As fotos de hoje são do meu primeiro Natal. Já nos primeiros meses de vida eu sentia a benção de ser amado pelos meus avós maternos e pela titia Ângela. Nos anos que se seguiriam, eu passaria esta data tão mágica e especial em companhia deles. Vejam só a minha felicidade diante de tanto presente... Comemorado a chegada de 1977, papai, mamãe e eu voltamos para nossa casa em Quirinópolis, no Sul do Estado de Goiás, cidade em que meu pai era agricultor. Amanhã tem mais história... Aproveito para agradecer aos amigos Michel (graaaaaande Mestrão!) e à querida Lâmia pelas visitas a este blogger. Valeu pela força! Mensagem do dia. Você é o que deseja ser João era um importante empresário. Morava em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade. Ao sair pela manhã, deu um longo beijo em sua amada, fez sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações. Tomou café com a esposa e os filhos e os deixou no colégio. Dirigiu-se a uma das suas empresas. Cumprimentou todos os funcionários com um sorriso. Ele tinha inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos, contatos com fornecedores e clientes. Por isso, a primeira coisa que falou para sua secretária, foi: "calma, vamos fazer uma coisa de cada vez, sem stress." Ao chegar a hora do almoço, foi curtir a família. À tarde, soube que o faturamento do mês superara os objetivos e mandou anunciar a todos os funcionários uma gratificação salarial, no mês seguinte. Conseguiu resolver tudo, apesar da agenda cheia. Graças a sua calma, seu otimismo. Como era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar. Depois, foi dar uma palestra para estudantes, sobre motivação. Enquanto isso, Mário em um bairro pobre de outra capital, como fazia todas as sextas-feiras, foi ao bar jogar e beber. Estava desempregado e naquele dia recusara uma vaga como auxiliar de mecânico, por não gostar do tipo de trabalho. Mário não tinha filhos, nem esposa. A terceira companheira partira, cansada de ser espancada e viver com um inútil. Ele morava de favor, num quarto muito sujo, em um porão. Naquele dia, bebeu, criou confusão, foi expulso do bar e o mecânico que lhe havia oferecido a vaga em sua oficina, o encontrou estirado na calçada. Levou-o para casa e depois de passado o efeito da bebedeira, lhe perguntou por que ele era assim: "sou um desgraçado", falou. "meu pai era assim. Bebia, batia em minha mãe. Eu tinha um irmão gêmeo que, como eu, saiu de casa depois que nossa mãe morreu. Ele se chamava João. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma." Na outra capital, João terminou a palestra e foi entrevistado por um dos alunos: "por favor, diga-nos, o que fez com que o senhor se tornasse um grande empresário e um grande ser humano?" Emocionado, João respondeu: "devo tudo à minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego algum. Quando minha mãe morreu, saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família. Tinha um irmão gêmeo, Mário, que também saiu de casa no mesmo dia. Nunca mais o vi. Deve estar vivendo desta mesma forma." O que aconteceu com você até agora, não é o que vai definir o seu futuro, e sim a maneira como você vai reagir a tudo que lhe aconteceu. Não lamente o seu passado. Construa você mesmo o seu presente e o seu futuro. Aprenda com seus erros e com os erros dos outros. O que aconteceu é o que menos importa. Já passou. O que realmente importa é o que você vai fazer com o que vai acontecer. E esta é uma decisão somente sua. Você decide o seu dia de amanhã. De tristeza ou de felicidade. De coisas positivas ou de amargura, sem esperança. Frase do dia: "Amizade é como dinheiro: mais fácil de conseguir do que de manter." (Samuel Butler) Piada do dia: Recém-casados Conta a historia, que um casal (recém-casado), com apenas 2 semanas de casamento, o marido apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de sair com a galera pra fazer a festa. Assim, ele diz a sua queridinha: - Amorzinho, vou dar uma saidinha mas não demoro... - Onde você vai, meu docinho...? (com expressão de recém-casados) - Ao barzinho, tomar uma geladinha. A mulher bota a mão na cintura e lhe responde: - Quer cervejinha, meu amor ??? - E nesse momento abre a porta da geladeira e lhe mostra 25 marcas diferentes de cervejas de 12 paises, alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas, etc. O marido sem saber o que fazer, lhe responde: - Meu docinho de coco... mas no bar... você sabe... o copo gelado.... O marido nem terminou de falar, quando a esposa interrompe a sua conversa e lhe fala: - Quer copo gelado, amor? Nesse momento ela pega no freezer um copo bem gelado, branco, branco, que até tremia de frio. O marido responde: - Mas minha princesa, no bar tem aqueles salgadinhos gostosos... Já estou voltando, tá - Quer salgadinho, meu amor??? A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes, kibe, coxinha, pastel, pipoca, amendoim, coração de galinha, queijo derretido, torresmo... - Mas, minha Pixunguinha... lá no bar... você sabe.... as piadas, os palavrões, tudo aquilo...- Quer palavrões, meu amor ?? ENTÃO VAI TOMAR NO CU, PORQUE DAQUI VOCÊ NÃO SAI NEM FODENDO, SEU FILHO DA PUTA!!!!

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