quinta-feira, 1 de setembro de 2005

De volta à USP

As lembranças de minha última viagem a Ribeirão Preto ainda me vêm à cabeça a todo momento. Sim, é sempre emocionante reencontrar amigos com quem compartilhei tantos momentos de minha vida e perceber que, apesar do tempo e da distância, a nossa amizade ainda não se ofuscou. Confesso que me impus certa resistência a dormir mais uma noite longe de casa após meu retorno a São Joaquim da Barra. Acho que, no fundo, já sabia que ia "gostar" do que ia acontecer quando retornasse à velha casa 12 e reencontrasse os amigos. Meu instinto não me enganara. Os mesmos sorrisos, as mesmas brincadeiras, o mesmo clima. Tudo ainda está lá, vivo naquele ambiente mágico. Talvez para nenhum outro morador aquela simples moradia estudantil tenha tanto significado quanto para mim. De fato, não consigo imaginar o que teria sido de mim se não tivesse lá sido acolhido durante a pós-graduação. Quanto aos amigos do laboratório, muita coisa mudou. O ambiente não é mais o mesmo, o que não necessariamente significa que esteja pior, mas é bem diferente daquele que encontrei no início da pós-graduação. Renatinha, Ana Cláudia, Fabiana, Cristiane Jordão, Cristiane Grael, Renatinha, Sakamoto, Andréia, Elisandra, Eliane, Marcos Salvador, Kaká, Patrícia (Chicaro), Pierre, Gobbo, Michel, Sílvia Taleb, Juliana, Janaína, Gobbo, Adriana, Rodrigo, Tchaca, Michel, Vitamina, Bola, Priscila, Dayana, Patrícia Oliveira, Eduardo Henck, Fernanda, Vladimir, Neri, Vessechi, Kelly... De todos estes, sei que apenas Gobbo, Michel, Renatinha, Marcos e Dayana ainda permanecem por lá. A maioria continua sua vida, embora eu não saiba ao o paradeiro de muitos... As lembranças dos “velhos tempos” ainda permanecem no cheiro das bancadas de madeira, no computador onde eu baixava os episódios de Smallville e, principalmente, nos funcionários: Tomaz, Gilberto, Diógenes, Leonardo, Adeguimar, Carla e Isabel Cristina). Esses, sim, são capazes de me fazer pensar que, por um momento, nada mudou. Hoje de manhã eu terminei as últimas correções na apresentação da Marcele, minha (des)orientanda. Na parte da tarde assisti a uma de suas prévias – nada mal para uma primeira vez! Tenho fé de que tudo sairá bem. A Adriana, uma das amigas que mencionei acima, visitou esse blogger. Fiquei feliz não apenas pela visita, mas também por saber que ela está bem. Não sei se voltou para a terra natal (São Luís do Maranhão) ou se deu continuidade ao Doutorado. Achei muito engraçado a definição do que eu ando escrevendo por aqui: “As aventuras do Tonhão”.... Valeu pela força, Adriana! Sucessão e abraço!
Mensagem do dia. Poder e autoridade Na dinâmica da vida social o poder exerce forte fascínio sobre as criaturas. Muitas pessoas desejam ocupar cargos que lhes conceda poder sobre outros indivíduos, mas poucas sabem exercer esse encargo com autoridade. Ter poder não é o mesmo que ter autoridade. O poder "é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a pessoa preferisse não o fazer." A autoridade é "a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que quer, por causa de sua influência pessoal." Para exercer o poder não é necessário ter coragem nem inteligência avantajada. Crianças menores de dois anos são mestras em dar ordens a seus pais. A história da humanidade registrou os feitos de muitos governantes déspotas e insensatos. Mas, para ter autoridade sobre pessoas é preciso um conjunto de habilidades especiais. Uma pessoa pode exercer autoridade mesmo não estando num cargo de poder, enquanto outra pode estar no poder e não ter autoridade alguma sobre seus subordinados. Em uma sociedade injusta, o poder pode ser vendido e comprado, dado e tomado. As pessoas podem ser colocadas no poder porque são parentes ou amigas de alguém, porque têm dinheiro, uma posição social de destaque ou outra conveniência qualquer. Mas com a autoridade isso não ocorre. A autoridade não pode ser comprada nem vendida, nem dada ou tomada. Diz respeito a quem você é como pessoa, ao seu caráter e à influência que exerce sobre terceiros. Para estabelecer autoridade, o líder precisa ser honesto, confiável, responsável, respeitoso, entusiasta, afável, justo, dar bom exemplo, ser bom ouvinte. Quem não tem autoridade pensa só nas tarefas e exige que suas ordens sejam cumpridas. Quem tem autoridade pensa nas tarefas, mas cuida também dos relacionamentos. No processo administrativo há sempre essas duas dinâmicas em jogo: a tarefa e o relacionamento. Atender uma, em detrimento da outra, é caminho curto para o fracasso. E conseguir o equilíbrio entre ambas é uma característica de quem exerce liderança com autoridade. Assim sendo, se você é um líder e precisa lembrar isto às pessoas, é porque você não é. Mas se você não está no poder e mesmo assim as pessoas buscam suas orientações, é porque você tem autoridade. Pense nisso, e lembre-se: liderar é executar as tarefas que estão sob sua responsabilidade ao tempo em que constrói bons e duradouros relacionamentos. O líder ideal é aquele que, pela sua autoridade intelecto-moral, inspira os seus colaboradores e os eleva à condição de amigos. Quem tem autoridade efetiva não teme perdê-la ao se aproximar dos outros e tratá-los exatamente como gostaria que os outros o tratassem. Assim, se você é responsável pela condução de outros seres, medite quanto à responsabilidade que lhe cabe sobre os destinos dessas pessoas e procure ser alguém com autoridade, e jamais apenas alguém que detém o poder. Pense nisso, e procure ouvir os que convivem com você mais de perto.
Frase do dia. "O mais fantástico da vida é estar com alguém que sabe fazer de um pequeno instante um grande momento."
Piada do dia. Namoro judeu
Um sujeito queria namorar a filha de um judeu e foi pedir ao pai.
O velho disse:
- Acho que não vai dar certo, porque os judeus têm uma visão muitodiferente da vida. Para provar que não estou com nenhuma discriminação,vou lhe dar uma maçã e amanhã conversamos novamente. No dia seguinte ele voltou à casa do judeu que lhe perguntou:
- O que você fez com a maçã?
- Fiquei com fome e a comi.
- Tá vendo?Um judeu tiraria a casca da maçã, a colocaria para secar e faria um chá. Dividiria a maçã em quantos pedaços fossem os membros de sua família e dariaum pedaço para cada um.Depois pegaria os caroços,venderia alguns e plantaria outros, pois assimteria um lucro e ainda frutos dentro de algum tempo. Bom, vou lhe dar outra chance.Leve este pedaço de lingüiça e volte a falar comigo amanhã!
O cara saiu de lá puto e pensando o que poderia fazer para aproveitar bemaquela lingüiça.No dia seguinte a mesma pergunta:
- Filho, o que você fez com aquela lingüiça?
- Bem, primeiro tirei o cordãozinho e fiz um cadarço para meu tênis. Depois tirei o plástico que protege a lingüiça e o guardei. Dividi a lingüiça em 8 pedaços e dei um pedaço para cada membro da minha família.Depois fiz uma camisinha com o plástico, comi sua filha e aqui está o "leite" para o senhor fazer um cappuccino.

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