quinta-feira, 8 de setembro de 2005

Lá se foi mais uma quinta-feira... Ao contrário de ontem, as coisas não saíram como eu queria. De qualquer forma, dei mais um passo na escrita do livro: terminei de fazer parte do levantamento bibliográfico e estou quase na metade da outra parte. Tentei nadar novamente e, embora tenha nadado a mesma distância de terça-feira, percebi que o fiz com muito mais facilidade. Meu corpo já está sentindo a diferença, com exceção da minha coluna, que dói direto. O mais correto seria eu sair da frente do computador, fazer caminhada, jogar futebol ou coisa assim. O problema é que eu acabo me envolvendo tanto com o trabalho e esquecendo de mim mesmo... Por falar em mim, andei refletindo sobre a minha maneira de agir ultimamente. Pareço estar muito distante, evitando ficar perto de outras pessoas, muito introspectivo para o meu gosto, a ponto de remexer algumas lembranças da minha adolescência para entender o que se passa comigo hoje. Acreditem: tudo fez sentido! Hoje saí um pouco mais cedo da escola. É impressionante como, em plena quinta-feira os alunos dão o “balão” e não aparecem de modo algum à escola. É lógico que eu aproveitei para passar na casa da Débora para assistirmos à Grande Família. Putz, aquilo lá é o maior barato! Acho que todo brasileiro se identifica com aquela semana, não é mesmo?
Mensagem do dia. Aprendendo nas quedas Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos? O mundo não acaba quando nos enganamos; ele muda, talvez, de direção. Mas precisamos tirar partido dos nossos erros. Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas? As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela. Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho, principalmente. E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói. Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso. O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares diferentes do nosso. Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente. E nem obrigatoriamente certo. Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo. Às vezes acertamos, outras erramos. E somos normais assim. Então, numa discussão, numa briga, pare um segundo e pense: "e se eu estiver errado?" É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar. Nosso "eu" nos cega muitas vezes. Nosso ciúme, nosso orgulho e até, por que não, nosso amor. Não vemos o lado do outro e nem queremos ver. E somos assim, muitas vezes injustos tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que nos recusamos a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém. E é por que tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras, separações. Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas. E de que adianta ter sempre razão, saber de tudo, se no fim o que nos resta é a solidão? Vida é partilha. E não há partilha sem humildade, sem generosidade, sem amor no coração. Na escola, só aprendemos porque somos conscientes de que estamos lá porque não sabemos ainda; na vida é exatamente a mesma coisa. Se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma e nosso coração, nada vai entrar. E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido. Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar. Somos bem mais resistentes do que julgamos; a própria vida nos ensina a sobreviver, viver sobre tudo e sobretudo. Nunca duvide do seu poder de sobrevivência! Se você duvida, cai. Aprenda com o apóstolo Pedro que, enquanto acreditou, andou sobre o mar, mas começou a afundar quando sentiu medo. Então, afundar ou andar sobre as águas? Depende de nós, depende de cada um em particular. Podemos nos unir em força na oração para ajudar alguém, mas só esse alguém pode decidir a ter fé, força e coragem para continuar essa maravilhosa jornada da vida.
Frase do dia: “Criatividade é como barba. Você só a terá se deixá-la crescer." (Voltaire)
Piada do dia. Como dar uma notícia ruim
O Quim, o Zé e o Juca estavam trabalhando numa obra, quando o Quim caiu do 15º andar e morreu.
O Zé disse:- Alguém devia ir dizer à mulher dele...
Ao que o Juca respondeu:- Eu sou bastante bom com essas coisas, eu vou.
Passada uma hora, o Juca estava de volta com uma caixa de cerveja.
O Zé perguntou:- Onde arranjou isso?
- Foi a viúva do Quim que me deu.
- Como? Tu diz que o marido morreu e ela te dá uma caixa de cerveja?
- Não foi bem assim. Quando ela abriu a porta, eu disse: "Você deve ser a viúvad o Quim...".
Ela respondeu: "Não, eu não sou viúva!"
E eu disse:"Quer apostar uma caixa de cerveja???

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