sexta-feira, 16 de setembro de 2005

Nesta sexta-feira pude “fazer as pazes” com aquele 1o. ano (aquele que mencionei dias atrás). Tive uma conversa muito franca com eles – acho que foi o melhor que eu poderia ter feito – e percebi que não ficou nenhuma mágoa da parte deles.. Na verdade, acho que eles estavam sentindo a minha falta... (risos)
No outro 1o. ano, que normalmente é o mais difícil de lidar, tive a oportunidade de dar boas risadas. Apesar de serem mais desinteressados, eles são mais alegres e sempre surgem situações em que eu deixo de ser professor e me torno um deles, caindo na risada! Desta vez eles apelidaram um dos colegas de Tevez (aquele argentino que joga no Corinthians). Eu perguntei se era porque ele era “bom de bola”, mas eles disseram que é porque ninguém entende nada do que ele fala. Putz, isso foi um problema, pois eu tive que ficar contendo a risada quando o tal “Tevez” dirigia a palavra a mim...
Quando entrei no 2o. ano, deparei-me com a aluna mais dedicada da classe em prantos. Dois alunos tentavam consolá-la. E sabem por quê? Porque ela queria aprender e, devido à desordem e falta de interesse dos colegas, ela não conseguia sequer ouvir os professores explicando. Aproveitei a situação e dei um puxão em orelha em todos. Afinal, a classe era considerada como a melhor de toda escola mas, de repente, parece ter-se perdido no meio do caminho.
Já o 3o. ano... Bem, aquela classe tem se tornado muito mais receptiva comigo desde que joguei para o time deles no “Agita galera” do mês passado. Acertamos um novo jogo para o próximo domingo, no mesmo local e horário. Outros alunos parece que irão também (acho que é só pra ver o professor de Química cabeça-de-bagre jogando...)
Novamente a falta de água permitiu que fôssemos dispensados mais cedo das aulas do período noturno e, obviamente, fui encontrar-me com a Débora. Desta vez fomos comer um lanche, ou melhor, dois! Rachamos um omelete e um X-tudo. E olha que fazia quase 6 meses que eu não comia um X-tudo, hein? Que delícia!

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