domingo, 27 de novembro de 2005

A semana que se sucedeu à visita de minhas primas foi extremamente estressante.
Na segunda-feira (14 de novembro) notei que o computador começou a travar sem motivos aparentes. Decidi, então, formatá-lo e precisava fazê-lo com máxima urgência, pois no domingo próximo (dia 20 de novembro) eu viajaria para participar de um congresso em Campinas, onde não apenas apresentaria o pôster, mas também iria apresentar uma palestra sobre o trabalho desenvolvido durante o doutorado.
Conforme predito pela lei de Murphy, tudo o que pôde dar errado, deu (ou quase tudo...). O técnico que foi formatar o computador não conseguiu fazê-lo, pois não foi possível sequer acessar o Windows sem que o processador travasse. Com isso, perdi a segunda-feira, a terça-feira (que foi feriado). somente na quarta-feira levei o "bendito" (bendito, sim, pois ele nunca havia dado problemas durante os três anos que esteve comigo) para visitar o técnico especializado.
O diagnóstico? Placa mãe, memória RAM, processador e gabinete. Em outras palavras, TUDO (exceto HD, driver de disquete e gravadora de CD)... pela bagatela de... Bom, digamos que o meu 13o. salário tenha ficado completamente comprometido. Mas fazer o quê? Eu dependo do computador para trabalhar! Ordenei que executassem o trabalho, mas... não haviam peças disponíveis! Só na próxima semana... Tive que rir pra não chorar de mais esta piada de mau gosto do destino...
E agora, como preparar minha apresentação?
Pedi socorro ao meu primo, o Fredeco, que gentilmente cedeu-me seu computador. Foram momentos de estresse extremo, diante de algumas travadas federais e de alguns minutos para abrir uma página da internet. Mas não importa. O importante foi que consegui, após muita perseverança, terminar de fazer o que eu precisava.
Tudo, enfim, estava pronto: o pôster, a apresentação, a mala. Faltava apenas viajar para o congresso. Mas amanhã eu conto como foi...

Recebendo as primas de Cambira

Se não me engano, faz mais de duas semanas que este blog não sofria autalização. Tenho, portanto, muita coisa para contar, algumas boas, outras nem tanto. Vou tentar atualizá-lo aos poucos. Nos dias 14 e 15 de novembro (sábado e domingo, respectivamente) recebemos a agradável e surpreendente visita de nossas primas de Cambira, uma pequena cidade do Paraná. Estas primas são filhas (a Vanda e a Sônia) e netas (a Nice, a Sueli e a Rosana) do tio Chiquinho, o irmão do vovô Crotti, pai do meu pai. Eu tive a oportunidade de visitar o tio Chiquinho em apenas três ocasiões. A primeira delas foi em 1986, quando eu tinha apenas 10 anos. Na época, nós viajamos em função do casamento da Nice, uma das primas que veio nos visitar. A segunda vez foi no finalzinho de 1998. Lembro-me que, na época, passamos o reveillon por lá, regados por muita comida! Devido aos efeitos nocivos do cigarro, o tio Chiquinho havia sofrido um derrame no nervo óptico (bom, foi isso o que eu entendi), que culminou na perda de sua visão. Recordo-me que passei quase todo o tempo conversando com ele. Na terceira visita, em 2001, o tio Chiquinho já não estava bem de saúde. Desta vez eu fiquei o tempo todo ao lado dele e só o deixava quando ele ia tomar banho ou dormir. Ouvi histórias sobre o tio Eduardo, a minha bisavó e o meu bisavô (que, infelizmente, não cheguei a conhecer). Também ouvi as aventuras por ele vividas, todas narradas com incrível riqueza de detalhes. Confesso que eu fiquei emocionado quando ele me chamou de amigo, pouco antes de virmos embora para casa. A viagem, ressalto, foi a pior que eu já experimentei até hoje. Chorei a viagem inteira, sabendo que aquela tinha sido a última vez que eu o viria em vida... Os poucos dias que convivi com o tio Chiquinho foram suficientes para perceber que pessoa maravilhosa ele era. A despeito de sua idade, pouco mais de oito décadas de vida, ele recordava de coisas que nem o meu avô, que é bem mais novo que ele, conseguia se lembrar. Fiquei também admirado com a calma, a serenidade e o bom humor do tio e fiquei boquiaberto ao ver o quanto ele era amado e admirado por todos da família. Aliás, esta foi uma das coisas que me chamou mais a atenção. Apesar das dificuldades, o tio Chiquinho conseguiu constituir uma família Crotti grande e muito unida, ao contrário do que eu tenho presenciado na família do meu avô. Obviamente, as primas que nos visitaram assimilaram perfeitamente a filosofia do tio Chiquinho e se tornaram sementes da sua bondade. Foi um prazer indescritível recebê-las por aqui. Todas elas são tão simpáticas que eu cometeria uma grande injustiça se ousasse afirmar qual delas tem a conversa mais agradável... Foi, também, um grande surpresa, pois eu nunca acreditava que elas fossem enfrentar os mais de 700 km de rodovias para virem nos visitar. Ficamos também muito satisfeitos, pois tivemos a oportunidade de retribuir um pouco da hospitalidade com que nos trataram nas ocasiões em que estivemos em suas casas.
A Sônia é a filha caçula do tio Chiquinho. Foi ela quem cuidou do tio Chiquinho no período mais difícil de sua vida, e agora cuida de sua mamãe, a tia Augusta (esposa do tio Chiquinho). Enche os olhos ver quão dedicada e atenciosa ela é. Meu pai diz que ela se parece com a tia Célia, que era irmã do vovô Crotti e também sua madrinha de batismo. A Vanda, também filha do tio Chiquinho, é a bondade traduzida em pessoa! Ela é casada com o Mazola, um camarada muito gente boa, sempre sorridente e que sempre contagia as pessoas com o seu bom humor. Eles constituíram também uma família muito bonita, com um filho (o Claudemir, que é caminhoneiro) e três filhas (Sônia, Cleusa e Nice). A Nice, sua filha, é quem veio conduzindo a caminhonete pelos mais de 700 km (“virgi Maria”!!!). Quem a vê na foto, tão delicada, não acredita que ela foi tão valente assim... Rosana, uma das netas do tio Chiquinho, é professora de Geografia e também vereadora de Cambira-PR, cidade onde mora a maior parte da família do tio Chiquinho. Foi com ela com quem eu passei conversando a maior parte do tempo. Além de sermos professores, temos outras coisas em comum, como o nosso interesse pelo passado da família. Ela pareceu muito feliz quando eu a presenteei com um CD de fotos digitalizadas dos nossos bisavós. A Sueli é irmã da Rosana. Ambas são filhas da Val, filha do tio Chiquinho. São, portanto, sobrinhas da Vanda e da Sônia. Na última vez que visitei Cambira, ela era delegada do município (!!!!!). Hoje, graças a Deus, ela montou uma fábrica de camisetas e, segundo suas palavras, vive muito feliz fazendo o que realmente gosta. A Sueli é tão bem humorada que eu sou capaz de dizer que é impossível conversar 5 minutos com a Sueli e não soltar nenhuma gargalhada...
Da esquerda para a direita: Nice, Rosana, eu, Vanda, Sônia e Sueli.
Muito obrigado pela visita, minhas primas! Espero que possamos nos reencontrar em breve.

domingo, 13 de novembro de 2005

Hoje faltei às aulas no ensino médio para levar minha irmã a Ribeirão Preto. O objetivo da viagem era fazer a sua reserva para a viagem a São Paulo, quando ela finalmente saberá em que cidade irá lecionar. Na volta, ela quis aproveitar e pediu para passarmos em uma loja de roupas infantis para comprar algumas para a Clara. A tia Ângela também foi e ficou cuidando da Clara enquanto ela escolhia as tais roupinhas. Quanto a mim, fiquei conversando com a Ana Cláudia, uma amiga que tive a felicidade de encontrar por lá. Isso é porque Ribeirão Preto é uma cidade muuuito pequena e era muuuuito fácil que isso acontecesse... he he he
À tarde, fui para Franca levar o pôster para imprimir. É, isso mesmo: eu terminei o maldito pôster para o congresso! Mais que isso, eu consegui identificar e explicar todas as vias de fragmentação das dicetopiperazinas (olha que nome feio!). Agora é só arranjar um tempo e escrever o respectivo artigo. Eu sabia que Deus ia iluminar minhas idéias, era só ter paciência. Não deu outra! Meu humor está melhor, eu estou um pouco mais confiante, inclusive para a própria palestra. Estou começando a ficar otimista com relação a este congresso. Tenho a forte impressão de que algo muito bom acontecerá por lá. Bom, se acontecer, é lógico que eu vou contar!
Mensagem do dia. O que faz bem pra saúde? Cada semana, uma novidade. Acho a maior graça! Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância... Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos. Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde. Prazer faz muito bem. Dormir me deixa zero km. Ler um bom livro faz eu me sentir novo em folha. Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas, me incham o cérebro, volto cheio de idéias. Brigar me provoca arritmia cardíaca. Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago. Testemunhar gente jogando latinha pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano. Essa história de que sexo faz bem pra pele acho que é conversa, mas mal tenho certeza de que não faz, então, pode-se abusar. Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada. Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde. E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda. Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna. Cinema é melhor pra saúde do que pipoca. Beijar é melhor do que fumar. Exercício é melhor do que cirurgia. Humor é melhor do que rancor. Amigos são melhores do que gente influente. Economia é melhor do que dívida. Pergunta é melhor do que dúvida. Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada. Sonhar é melhor do que nada.... (Luís Fernando Veríssimo)

quinta-feira, 10 de novembro de 2005

Mensagem do dia: O tesouro da vida Quanto vale a sua vida? Você já parou para pensar o que aconteceria se, de repente, você descobrisse que é portador de uma enfermidade que o pode conduzir para a morte, em breve tempo? Foi uma situação dessas que aconteceu com um executivo que durante 29 anos somente viveu para o trabalho. As suas jornadas eram de 15 a 16 horas diárias. Férias de 30 dias, jamais! Então, veio um dia e uma noite de febre. Ele foi ao médico que diagnosticou nada além de sintomas de gripe, mas a febre persistia. Exames mais acurados apontaram a possibilidade de ele ser portador de uma grave doença no pulmão. O executivo descreve sua surpresa e suas decisões assim: "é impressionante como a vida da gente pode mudar de sentido com uma simples radiografia. O profissional seguro, acostumado a liderar grandes equipes, estava agora à mercê dos médicos, dos exames clínicos e, de Deus." Uma forte crise renal aconteceu em seguida e ele viu sua vida toda passar pela mente em minutos. Medo de deixar de viver era o que sentia. Queria continuar vivo para ver seu primeiro filho se formar em medicina. E ele estava apenas no segundo ano. Queria ver o segundo filho entrar na universidade. Ele nem vestibular havia feito ainda. Vinte dias depois, finalmente veio o diagnóstico. O problema do pulmão não era maligno e ele poderia se tratar no ambulatório. No período em que aguardava o resultado da biópsia a que se submetera, ele aprendeu muito sobre muitas pessoas e o carinho que elas tinham por ele. Uma funcionária veio lhe dizer que sua mãe estava orando por ele. Seu gerente lhe falou que sua mãe também estava orando muito pelo seu restabelecimento. E ele nem a conhecia. Mas ela estava orando porque ele fora bom para seu filho, um dia. O executivo descobriu finalmente que a mulher com a qual estava casado há vinte anos era muito mais forte do que ele supunha. Enquanto ele se abalou, ela se manteve de ânimo firme, incentivando-o a crer e esperar o melhor. E ela mesma deu a notícia da enfermidade do pai para os garotos. Depois de tudo o que passou, o executivo mudou a sua forma de viver. Acredita que Deus lhe deu um grande presente, ensinando-lhe a verdadeira importância de viver o dia-a-dia, de curtir a família e os amigos, de cuidar da saúde e, de trabalhar com prazer. Hoje, na condição de professor, ele se envolve com os alunos muito além da sala de aula. Aprendeu a gostar da chuva e de brincar com seu cachorro. Passou a dar valor, de fato, à família e aos amigos. Passou a dividir as tarefas com seus colaboradores, em vez de ser centralizador. E concluiu, em seu depoimento: "quero viver cada minuto como se fosse o último, já que dessa experiência ficou a impressão de que, na hora do adeus, só restarão os arrependimentos pelo que deixamos de fazer. Espero que essa mudança seja perene. Deus me permita aproveitar todo minuto como único, o trabalho como diversão, os amigos com paixão, minha mulher e meus filhos como verdadeiro elixir da longevidade." E então? Quanto vale a sua vida? Não espere adoecer para descobrir que a saúde é precioso talento, que a família é um tesouro, e os amigos, jóias raras. Pense nisso. Comece desde agora a viver com intensidade, desfrutando de todas as oportunidades. Não trabalhe somente para produzir, ganhar e crescer. Lembre-se que o crescimento vem do prazer de realizar. E, num dia de 24 horas, não esqueça de reservar ao menos 40 minutos para exercícios de abraços, beijos e outras delicadas demonstrações de carinho.

terça-feira, 8 de novembro de 2005

Hoje passei alguns momentos de raiva por causa das lentes de contato. Na faculdade, descobri que o desconforto é porque eu estou usando a lente ao contrário (aí, ninguém me avisa que lente também tem lado?). Tá explicado! Foi preciso ela sair dos meus olhos, deslizar pelo nariz e cair na minha mão, fazendo com que eu pagasse o maior mico, pra que só então a aluna fosse explicar-me o que estava acontecendo... Tá certo! Mais um dia sem terminar o pôster do congresso. Preciso parar de ser perfeccionista. Existe alguns detalhes que estão me deixando sem cabelo, mas esotu concluindo que terei que deixá-los de lado, até que eu tenha mais tempo para poder analisar a situação com mais calma. O pior é ter a sensação de estar "quase perto"... A foto abaixo é da minha adorada afilhadinha, a Clara, filha da minha irmã. Bem, acho que qualquer comentário de minha parte dificilmente será imparcial. Logo, vocês mesmos podem dizer: ela é linda ou não é?

Mensagem do dia. Nem tudo é fácil É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste. É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada. É difícil ser fiel, assim como é fácil se aventurar. É difícil valorizar um amor,assim como é fácil perdê-lo para sempre. É difícil agradecer pelo dia de hoje,assim como é fácil viver mais um dia. É difícil enxergar o que a vida traz de bom,assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.É difícil se convencer de que se é feliz,assim como é fácil achar que sempre falta algo. É difícil fazer alguém sorrir,assim como é fácil fazer chorar. É difícil colocar-se no lugar de alguém,assim como é fácil olhar para o próprio umbigo. Se você errou, peça desculpas...É difícil pedir perdão?Mas quem disse que é fácil ser perdoado?Se alguém errou com você, perdoa-o... É difícil perdoar?Mas quem disse que é fácil se arrepender?Se você sente algo, diga...É difícil se abrir?Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira escutar?S Se alguém reclama de você, ouça...É difícil ouvir certas coisas?Mas quem disse que é fácil ouvir você?! Se alguém te ama, ame-o...É difícil?Mas quem disse que é fácil ser feliz?! Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível...Precisamos acreditar, ter fé e lutar para que não apenas sonhemos, mas também tornemos todos estes desejos,REALIDADE!(Cecília Meirelles)

Acordei hoje decido a terminar o poster para o congresso, mas não deu. Diante dos avanços que consegui, digamos que eu tenha "chegado quase lá". E olha que para o tanto que eu tenho sido produtivo ultimamente, isso está de bom tamanho...
Hoje fui buscar minhas lentes de contato. Aos que acham que fico bem de óculos (meu Deus, será que alguém acha mesmo isso?), já adianto: não vou abandoná-los; a princípio, eu usarei as lentes somente à noite. Confesso que tive alguns problemas com a aceitação da lente pelo olho direito, mas tudo já está resolvido e eu estou ADORAAAANDO poder olhar e realmente enxergar sem os óculos. Estou me sentindo outra pessoa!
Hoje à tarde eu fiquei muito triste, embora eu sei que não deveria. Explico: minha irmã foi aprovada na concurso para professor da rede pública e agora foi chamada a São Paulo para escolher a vaga. Como não há vagas na região, ela terá que ir embora, provavelmente par a uma cidade de Sã Paulo, junto com a Clara. Foi então que eu baixei duas músicas do The Coors (Everybody hurts e Queen of Holllywood) que a minha irmã tem ouvido no DVD que ela colocou no quarto dela. Eu ficava ouvindo as músicas e lembrando dela. Fiquei emocionado quando lembrei que ela irá embora aqui de casa e irá mudar-se para um outro lugar, agora praticamente sozinha.
Putz, é difícil demais pra mim lidar com o fato de que irei perder minha irmã outra vez (a outra foi no casamento dela, mas ela voltou). No entanto, eu sei que é uma posição muito egoísta da minha parte pois ela tem que seguir o caminho que ela escolher. Todos sabem, contudo, que há uma diferença enorme entre falar e vivenciar. E é por isso que eu continuo triste...
Apesar de sermos muito muito diferentes, ela sabe que eu gosto muito dela (embora eu saiba que não é como ela gostaria, por causa de nossas diferentes formas de gostar...). O pior é saber que eu realmente estou errado em não saber demonstrar isso. Espero conseguir fazê-lo antes que ela viaje.
Mensagem do dia: Ser feliz
"Posso ter defeitos .
Viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo ...
E que posso evitar que ela vá a falência .
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios
...incompreensões ... períodos de crise...Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma...
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida...
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos...
É saber falar de si mesmo...
É ter coragem para ouvir um "não"...
É ter segurança para receber uma crítica ... mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas ... um dia vou construir um castelo ..."
(Fernando Pessoa)

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

Mensagem do dia: Pais brilhantes É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida. Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades. Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram. Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos. Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão. Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas - escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho. Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura. E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação. Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer. Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida. Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir. Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo. Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar. Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes. Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo. Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros. E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias. Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante. Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem. É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo. Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos. Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam. Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico. Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro. Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.

domingo, 6 de novembro de 2005

Hoje acordei às 4h da madrugada. A gente tinha combinado com o pessoal da academia Água Viva, onde a Débora faz natação, de participarmos de uma excursão ao parque aquático (termas) de Olímpia. Chegamos no horário que foi combinado: 5h. O ônibus, entretanto, partiu às 6h... Eu imagino que o atraso é comum a todas as excursões (embora esta tenha sido a primeira de que participo...). Pra falar a verdade, não tinha nem o que e nem com quem reclamar, pois o pessoal que participou é nota 10! Dentro do ônibus não houve bebedeira, bagunça ou algo que nos desagradasse. Parecia que as pessoas que ali estavam foram escolhidas a dedo, dada a educação com que nos trataram.
Às 7h45min o ônibus parou em frente ao parque. Não sei se é porque eu não tenho bons parâmetros para comparação, mas o fato é que eu nunca vi nada tão organizado e limpo como aquele. Já na entrada tivemos que pegar as chaves do armário para colocar nossas coisas e trocar nosso dinheiro por um cartão de crédito, que é aceito em todos os lugares do parque. Achei essa idéia muito válida, já que não precisamos nos preocupar com dinheiro e o cartãozinho pode ficar pendurado ao pescoço o tempo todo, o que minimiza o risco de sua perda.
A fila na entrada estava enorme. O sol brilhou soberano durante o dia todo e, já naquele momento, pudemos deduzir que o lugar permaneceria lotado durante nossa visita.
Entre os atrativos do local, os que mais chamaram nossa atenção foram a piscina com correnteza artificial e a praia com ondas artificiais, onde nós passamos a maior parte do nosso tempo. Também brincamos no toboágua (nem sei se é assim que se escreve...) e em uns outros brinquedos cujos nomes eu esqueci, mas que nos propiciaram boas risadas.
Não almoçamos o arroz-e-feijão convencional. Nossa alimentação do dia resumiu-se a duas baguetes (deliciosas!) de peito de peru e de uma porção de tilapia.
Haviam várias piscinas, todas elas aquecidas. Ao redor de todas elas haviam monitores e salva-vidas. Além de assegurar a tranqüilidade dos visitantes, os monitores muniam-se de apitos para "apartar" os namoradinhos mais "excitados", que eventualmente ficavam se esfregando ou se beijando dentro das piscinas. Eu e a Débora demos boas risadas da iniciativa, mas já adianto que não recebemos o apito nenhuma vez (a gente sabe se comportar...)
Como vocês podem notar, registramos alguns momentos através de fotos. Olha esta última! A gente forma ou não forma um casal perfeito?

sábado, 5 de novembro de 2005

Algum tempo atrás eu postei alguns detalhes do casamento do Clodoaldo, aquele meu amigo de faculdade que mora atualmente em Batatais. Em visita a este blog, ele acabou lendo tudo o que eu escrevi e provavelmente deu boas risadas das minhas trapalhadas... O "Borná" - assim nós chamávamos o Clodoaldo na faculdade, mas não me perguntem por quê - fez a gentileza de enviar algumas das fotos, que estão postadas a seguir. Na foto abaixo podemos ver o Clodoaldo, todo feliz, caminhando para o altar. Vejam que ele está bem acompanhado...

Na foto abaixo estão, da esquerda para a direita, o Régis, o Clodoaldo e o Ricardão. O Régis, esse rapaz de óculos e cabelos já grisalhos, foi padrinho do casamento. O Clodoaldo saiu na foto com uma cara de quem fez arte... O da esquerda é o meu grande amigo Ricardão, com quem dividi quarto durante quase toda a pós-graduação. Ricardão, "meu cumpadi", que gravata amarela é essa????

Nesta outra foto, a turma da faculdade. Da esquerda para a direita: Régis, Gláucia (ela é casada, viu?), Robinson (esse nem depois de ter dois filhos endireita! Olha a cara de malandro! E o que é aquele negócio "redondo" no bolso da camisa dele???), o Válter (graaande Válter!), eu (bonito não, apenas fotogênico...) e o Ricardão. Ah, quanta saudade eu tenho dessa moçada...

Por fim, a Débora, eu e o Ricardão. Reparem que na mesa só há copos cheios de guaraná. Nos vazios havia cerveja, cujo volume foi todo ingerido pelo Ricardão (como bebe esse rapaz!)

Os sorrisos destas fotos mostram quão felizes nós estávamos por compartilharmos deste acontecimento tão especial na vida do Clodoaldo. Clodoaldo, seja muito feliz! Ah, e muito obrigado pelas fotos! Valeu mesmo!

sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Hoje de manhã eu ri e também causei muitos risos na escola. Cheguei muito sério, cumprimentando a todos com um sonoro “bom dia” e dirigindo-me ao meu armário... de jaleco! O riso foi imediato Por que elas riram? Simples: lembram-se que eu postei na segunda-feira que eu tinha ficado “constrangido” porque uma professora e a vice-diretora disseram que eu estava causando “problemas” só por ter o “bumbum” bonito? Pois então: pra evitar novos comentários constrangedores de mesma natureza, optei pelo jaleco. A vice-diretora, que foi quem havia chamado a atenção daquela professora que mencionei por aqui, veio perguntar se eu estava fazendo aquilo para “tirar um sarro na cara dela”. Eu respondi que eu fiz a minha parte e que agora só faltava ela fazer a dela e evitar de vir com blusas com decotes do tipo “unidos venceremos” (explico: decotes que mostram os seios “apertados” um de encontro ao outro). Ela ficou vermelha, perdeu a voz, parou alguns segundos com um “meio sorriso” no rosto e, embora tenha pensado em várias possíveis respostas, limitou-se apenas a admitir que não tinha resposta para aquela “brincadeira”. Uma outra professora, que também adora uma gozação, disse: “a gente ganha pouco mas ri bastante”. É, pelo menos isso, né? Como haviam poucos alunos na escola, professores e alunos se reuniram na sala de informática para assistir ao filme “O grito”. O filme é bem legal. Recomendo para aqueles que gostam de filmes de terror. No entanto, não descrever nada do filme nesta postagem, porque já é tarde da noite e corro o risco de perder o sono... À tarde fui à faculdade. Em conversa com uma professora lá do laboratório, uma pessoa muito gente boa, acabei sendo convidado por ela para participar de seu projeto de pesquisa (algo envolvendo biotransformações). Também conversei com a Marcele (minha “desorientanda” de mestrado) e entramos num consenso que a defesa dela deve ocorrer o mais rápido possível, pois isso aumentará as chances dela em algum possível concurso em universidades na região onde ela mora (em Formiga, no esstado de Minas Gerais. No final da tarde, após voltar da faculdade, tomei banho e fui preparar-me para as aulas no ensino médio. Devido à pressa, agachei-me para amarrar os sapatos e, quando subo... ai! Minha coluna vertical “travou”! O “travamento” foi tão bruto que eu mal conseguia levantar. Resultado: cheguei na escola uns 15min atrasados. E por acaso alguém acha que os alunos sentiram minha falta? Quando lá cheguei, havia um rádio na sala; o volume estava bem alto. Fora da sala estavam duas inspetoras, duas mulheres de meia idade, muito alegres, que pareciam estar sorrindo de alguma coisa. Pouco depois os alunos me contaram que elas dançaram o “tcham” enquanto eu não chegada!... Meu Deus! Como é que eu pudei perder uma cena dessas? Após a escola, fui à casa do meu cunhado, o Luís “Carabina”, que me deu uma excelente notícia: a construção da minha casa vai começar segunda-feira. Finalmente! Iupiiiiiii! Se Deus quiser, o final de 2007 vai ser comemorado em nossa casa nova, com direito a churrasco feito pelo papai e com bastante melancia! A carne é para os convidados, a melancia é pra mim!

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Se me perguntassem o que eu poderia dispensar da minha vida, eu indicaria a televisão. Desde que conheci a internet, deixei de assistir aos jornais manipuladores de opinião e passer a ler as notícias pela internet. Os desenhos... Bem, eu também os tenho baixado pela internet. As séries de que gosto, então... A grande vantagem é que a gente não fica dependendo de horário pra assistir o que gosta. É só baixar e pronto!
Uma das poucas séries que admiro na televisão é "A grande família". Eu sou um grande fã daquela série! Talvez o fato de sermos aqui em casa descendentes de italianos influencie bastante minha admiração. Acho que nós aqui de casa nos identificamos muito com aquela família "normal". No episódio desta noite, houve um momomento em que o Lineu (interpretado pelo excelente Marco Nanini) sonhou que ele estava se encontrando com ele mesmo e dizendo para si (no caso, materializado em um menino de uns 7 anos) que a sua casa ia ser demolida. O menino, então, guarda uma caixinha de birocas em um buraco da parece. Quando o Lineu acordou, ele foi verificar se realmente existia a tal caixinha. E não é que a caixinha estava lá?
A cena que descrevi assemelha-se muito a uma cena do filme "Minha vida". Este foi, até hoje, o filme que mais me emocionou desde que me entendo por gente. Eu chorei do início ao fim, principalmente no final. Quem puder assistir, assista!

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

Hoje foi dia de finados. Como o próprio nome sugere, este é um dia muito triste para mim. Mesmo tendo a bênção de ter pais e avós vivos e relativamente saudáveis, preferi não ir ao cemitério hoje; talvez eu vá no domingo, dia em que o fluxo de pessoas no cemitério estará, com certeza, menor do que o de hoje.
Na verdade, eu tenho procurado evitar lugares tristes. Tenho feito isso porque deduzi, há algum tempo atrás, que a tristeza se apega facilmente a mim e, depois não quer me largar. Eis aqui um dos motivos pelos quais eu tenho tentado trabalhar bastante e não deixar tempo para ficar com a cabeça vazia. Embora eu tenha sentido falta de ficar à tarde deitado na cama, de bobeira, olhando para o teto e para o pé de anjico no quintal do vizinho, eu sempre acabo chorando quando faço isso. Uma série de lembranças da infância e de momentos felizes me vêem à cabeça, deixando-me saudosista e aí... Bom, aí as lágrimas brotam por um tempo que não volta mais...
Hoje, enquanto brincava com a Clarinha (minha afilhadinha), eu me emocionei quando ela encontrou um patinho do McDonalds em uma caixa velha e me falou, com o patinho em mãos: "Did-dim bintava eu eu era pititinha" (eu fazia de conta que esse patinho estava correndo atrás dela quando ela era mais novinha...). E ela se lembrou. E meus olhos se encheram de lágrimas...
Outro momento em que fiquei emocionado foi quando ela quis ver os meus carrinhos e caminhõezinhos com os quais eu brincava atrás da casa até os 18 anos. Ela se apegou a um tratorzinho, dizendo: "Tatolu igual meu vovoim", que quer dizer que o trator se parece com o que o meu pai "pilotava" lá no sítio da família, em Quirinópolis-GO). Desta vez eu praticamente chorei quando disse a ela que aqueles brinquedos eram de quando eu, a vovóinha (minha mamãe) e o vovoinho (papai) vivíamos no Goiás, em uma época a que o meu pai se refere como "os anos em que nós éramos felizes e não sabíamos"... Putz, só de lembrar dá um aperto no coração...
Se eu estou assim sem ter ido ao cemitério, imaginem como eu ficaria vendo a cova do tio Eduardo e da tia Alice... Bom, acho melhor eu ir dormir antes que eu comece a chorar.

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Estou começando a ficar um pouco tenso. Afinal, faltam pouco menos de três semanas para o congresso. Como sabem, eu fui escolhido para falar sobre o trabalho que desenvolvi no doutorado. Putz, vai ser a primeira vez que eu vou falar pra gente que entende realmente do que eu faço e, principalmente, para uma platéia grande, com mais de cem pessoas (eu acho...). Eu vou ter, inclusive, que usar microfone (argh!!!). E olha que eu ainda nem comecei a preparar a apresentação... Acreditem ou não, eu ainda estou "quebrando a cabeça" pra analisar alguns resultados para inserir no pôster que também vou apresentar no mesmo congresso. Bom, deixa eu parar de pensar nisso, senão a tensão vai virar desespero em poucos segundos.
Hoje eu conversei novamente com aquela aluna que eu havia mencionado semana passada. Para minha alegria, ela parecia bastante feliz e estava me aguardando no portão da escola. Achei que foi porque eu prometi um CD de música dance que eu tinha colocado para os alunos ouvirem algumas semanas atrás. Na verdade, o CD foi fruto de um acordo: ela parava de chorar e eu a presenteava com um CD. No entanto, concluí que o motivo de sua alegria e a sua ansiedade devia-se a uma razão muito especial: ela conseguiu um emprego - yessss!!!! Ela estava bastante alegre e soltava alguns risos de quem parece que está nas nuvens de tão feliz. Foi muito bacana ouvir ela fazer os planos para o primeiro salário!
E a minha coleção de bonequinhos da Marvel - aqueles que vêm acompanhando os salgadinhos da Elma Chips - continua a todo vapor! Já tenho 8 (só faltam 28 pra completar a coleção...). São eles: Ciclops (do X-men), Surfista Prateado (em duas posições diferentes), Dr. Octopus, Homem Aranha, Sr. Fantástico, Elektra e Jean Gray (também do X-men). Tenho o Sr. Fantástico repetido - alguém quer trocar comigo?
A Débora acha muito engraçado o fato de seu namorado (no caso, eu...), de 29 anos, estar colecionando esses bonequinhos. Ainda bem que ela pensa assim e me aceita com as minhas "manias". O engraçado é que eu nunca fui fã de nenhum super-herói quando era adolescente. Acho que o início de tudo foi quando eu comecei a acompanhar o seriado Smallville. Embora eu assistisse o seriado por causa da Lana (a paixão adolescente de Clark Kent, que é interpretada pela atriz Christin Kreuk), fui ao spoucos me tornando fã do Superman, mas existe uma diferença enorme entre ser fã e comprar um gibi "caríssimo" de R$6,90... O pior é que eu nem pensei no preço quando avistei em uma banca de Ribeirão Preto, no início do ano passado, um gibi do Superman com os seguintes dizeres na capa: "Sangue demais para um homem-de-aço". Pronto. Acabava de comprar o meu primeiro gibi. Quer dizer, acabava de me tornar quase um "viciado" em super-heróis. Viciado, sim, porque do Superman veio o Demolidor, o Justiceiro... E eu que criticava o Giovani (meu grande amigo catarinente com quem convivi na moradia estudantil de 1999 até o início de 2001, que era fã do Quarteto Fantástico) por ele ter "coragem" de gastar tanto dinheiro com gibis... Será que existe uma maneira mais clássica de "engolir o que eu disse"??? No meu caso, o problema é o Demolidor. Já deixo falado pra Giovana (putz, sei até o nome da moça da banca...) guardar o meu volume mensal do homem-sem-medo.
E por falar em medo, aposto que alguém vai ler essas maluquices e vai ficar realmente com medo de mim... he he he