domingo, 6 de novembro de 2005

Hoje acordei às 4h da madrugada. A gente tinha combinado com o pessoal da academia Água Viva, onde a Débora faz natação, de participarmos de uma excursão ao parque aquático (termas) de Olímpia. Chegamos no horário que foi combinado: 5h. O ônibus, entretanto, partiu às 6h... Eu imagino que o atraso é comum a todas as excursões (embora esta tenha sido a primeira de que participo...). Pra falar a verdade, não tinha nem o que e nem com quem reclamar, pois o pessoal que participou é nota 10! Dentro do ônibus não houve bebedeira, bagunça ou algo que nos desagradasse. Parecia que as pessoas que ali estavam foram escolhidas a dedo, dada a educação com que nos trataram.
Às 7h45min o ônibus parou em frente ao parque. Não sei se é porque eu não tenho bons parâmetros para comparação, mas o fato é que eu nunca vi nada tão organizado e limpo como aquele. Já na entrada tivemos que pegar as chaves do armário para colocar nossas coisas e trocar nosso dinheiro por um cartão de crédito, que é aceito em todos os lugares do parque. Achei essa idéia muito válida, já que não precisamos nos preocupar com dinheiro e o cartãozinho pode ficar pendurado ao pescoço o tempo todo, o que minimiza o risco de sua perda.
A fila na entrada estava enorme. O sol brilhou soberano durante o dia todo e, já naquele momento, pudemos deduzir que o lugar permaneceria lotado durante nossa visita.
Entre os atrativos do local, os que mais chamaram nossa atenção foram a piscina com correnteza artificial e a praia com ondas artificiais, onde nós passamos a maior parte do nosso tempo. Também brincamos no toboágua (nem sei se é assim que se escreve...) e em uns outros brinquedos cujos nomes eu esqueci, mas que nos propiciaram boas risadas.
Não almoçamos o arroz-e-feijão convencional. Nossa alimentação do dia resumiu-se a duas baguetes (deliciosas!) de peito de peru e de uma porção de tilapia.
Haviam várias piscinas, todas elas aquecidas. Ao redor de todas elas haviam monitores e salva-vidas. Além de assegurar a tranqüilidade dos visitantes, os monitores muniam-se de apitos para "apartar" os namoradinhos mais "excitados", que eventualmente ficavam se esfregando ou se beijando dentro das piscinas. Eu e a Débora demos boas risadas da iniciativa, mas já adianto que não recebemos o apito nenhuma vez (a gente sabe se comportar...)
Como vocês podem notar, registramos alguns momentos através de fotos. Olha esta última! A gente forma ou não forma um casal perfeito?

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