domingo, 27 de novembro de 2005

A semana que se sucedeu à visita de minhas primas foi extremamente estressante.
Na segunda-feira (14 de novembro) notei que o computador começou a travar sem motivos aparentes. Decidi, então, formatá-lo e precisava fazê-lo com máxima urgência, pois no domingo próximo (dia 20 de novembro) eu viajaria para participar de um congresso em Campinas, onde não apenas apresentaria o pôster, mas também iria apresentar uma palestra sobre o trabalho desenvolvido durante o doutorado.
Conforme predito pela lei de Murphy, tudo o que pôde dar errado, deu (ou quase tudo...). O técnico que foi formatar o computador não conseguiu fazê-lo, pois não foi possível sequer acessar o Windows sem que o processador travasse. Com isso, perdi a segunda-feira, a terça-feira (que foi feriado). somente na quarta-feira levei o "bendito" (bendito, sim, pois ele nunca havia dado problemas durante os três anos que esteve comigo) para visitar o técnico especializado.
O diagnóstico? Placa mãe, memória RAM, processador e gabinete. Em outras palavras, TUDO (exceto HD, driver de disquete e gravadora de CD)... pela bagatela de... Bom, digamos que o meu 13o. salário tenha ficado completamente comprometido. Mas fazer o quê? Eu dependo do computador para trabalhar! Ordenei que executassem o trabalho, mas... não haviam peças disponíveis! Só na próxima semana... Tive que rir pra não chorar de mais esta piada de mau gosto do destino...
E agora, como preparar minha apresentação?
Pedi socorro ao meu primo, o Fredeco, que gentilmente cedeu-me seu computador. Foram momentos de estresse extremo, diante de algumas travadas federais e de alguns minutos para abrir uma página da internet. Mas não importa. O importante foi que consegui, após muita perseverança, terminar de fazer o que eu precisava.
Tudo, enfim, estava pronto: o pôster, a apresentação, a mala. Faltava apenas viajar para o congresso. Mas amanhã eu conto como foi...

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