quarta-feira, 27 de setembro de 2006

Opções: tê-las ou não tê-las?

Ao longo da vida, vemo-nos diante de certas situações em que somos forçados a tomar uma decisão. Na maioria das vezes, tomar uma decisão é sinônimo de fazer uma escolha. Obviamente a coisa parece ir se tornando mais complicada à medida que o número de opções vai aumentando. Alguns ousam a dizer que pior do que não ter opção é ter várias Uma das primeiras escolhas marcantes que precisamos fazer é a escolha de nossa profissão. Somos praticamente forçados a decidir nosso futuro em uma idade que, reconhecidamente, não temos maturidade suficiente. Embora eu seja químico, nem sempre eu quis cursar Química. Naquela idade eu almejava cursar Engenharia Elétrica em São Carlos. Aquele era o curso em que eu havia me identificado “parcialmente”, já que minha vontade era – sim!!! - ser professor, mas todos tentavam fazer com que eu mudasse de opinião. E acabaram conseguindo... Entre indas e vindas, acabei ingressando no curso de Química. Por ironia, a Química era a disciplina exata com que eu menos me identificava. Para completar, a Química Orgânica era a área da Química que eu menos gostava na época de graduação... Quatro anos depois eu me via novamente em apuros. Precisava escolher se abandonava o emprego no almoxarifado agrícola da usina ou se chutava tudo para o alto e ia fazer a pós-graduação (mestrado e doutorado). Acabei optando pela segunda. Fiz uma escolha consciente que acabou mudando totalmente os rumos de minha vida. Passados tantos anos, eu percebo que a segunda decisão – a de fazer pós-graduação – foi conseqüência da primeira. Afinal, se eu não tivesse cursado Química, não teria conhecido as pessoas que tanto me incentivaram, ou talvez nem tivesse me interessado pela pós-graduação. Ironicamente, hoje eu me encontro novamente em uma situação onde eu preciso fazer uma escolha que poderá mudar radicalmente a minha vida. Obviamente, se eu não tivesse tomado feito as escolhas que fiz, eu não estaria nesta doce e confusa “enrascada”...

2 comentários:

Márcio Roberto do Prado disse...

Salve, Tonhão !

Cara, que suspense ! Afinal, que escolha é essa ? Olha, jamais seria tão indiscreto a ponto de perguntar se você já não tivesse criado o suspense: pam pam pam pam!!! Bem, parece que tem a ver com suas opções profissionais, né? De qualquer modo, é sempre bom acompanhar as aventuras e desventuras deste amigo distante tão próximo… Em tempo: aquela do Lúcifer foi demais! Como é que essas coisas acontecem contigo? “Pertenceria a ele”? Iac, iac, iac!!! Só com o Tonhão mesmo…

Agora, novamente com relação às escolhas: sei que você decidirá da melhor maneira possível, confio em você para isso. Além do mais, até agora até que as escolhas não foram nada mal, certo?

Abração, amigo,

Márcio

Antonio E. M. Crotti disse...

Grande amigo Márcio!
Para você, que é um assíduo visitante deste blog, não há suspense: a escolha é de cunho profissional, sim! Felizmente nos últimos dias surgiu uma "luz no fim do túnel" e talvez dê para ficar mais um tempo em cima do muro...
Com relação àquela do Lúcifer, p.q.p!!! É cara retardado que aparece... Será que eu mereço????
Um grande abraço, meu amigo, e obrigado pelas visitas!!!
Tonhão