segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Uma paixão chamada futebol


O futebol é, de longe, o esporte mais praticado no Brasil. É o chamado “esporte das massas” e requer apenas uma bola ou algo aproximadamente redondo que possa ser chutado. Em nosso país, uma criança descobre facilmente como chutar uma bola quando está caminhando e encontra uma à sua frente. O chute é quase uma extensão do movimento das pernas durante sua caminhada.
Minha história de futebol iniciou-se com meu avô Antônio Miller. Desde pequeno ele me presenteava com fardas de vários times. Não sei por que diabos acabei gostando da farda do São Paulo e o acabei escolhendo para meu time. O fato é que ele queria que eu fosse jogador de futebol. Claro que isso era uma vontade dele, e nada tinha a ver com minha habilidade. Eu me lembro de uma vez em que ele foi assistir a um jogo; nervoso, acabei fazendo um gol contra... Acho que minha avó Maria Olívia tinha estava mais certa ao querer que eu me tornasse padre que o meu avô ao querer que eu me tornasse jogador de futebol... Graças a Deus acabei me enfiando nos livros e neles encontrando o meu caminho profissional.
O mais gostoso de jogar futebol é conhecer pessoas e tornar-se próximas delas. Sendo tímido, sempre vi no futebol o principal meio de conhecer novas pessoas. 
Hoje, já na casa dos 35 anos, jogar futebol para mim é um grande desafio. Não me refiro a vencer; refiro-me a jogar. Devido ao joelho estourado, tenho medo até de chutar a bola e romper novamente os ligamentos. O corpo muda, a mente também tem que mudar pra aceitar suas limitações. Amadurecimento? Serenidade? Não. Coisa da idade mesmo.

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